sábado, 19 de dezembro de 2015

San Martin - Bem-vindos à 2026. Aqui estamos 10 anos na frente.





Foto especial de Franqueados em Hotel
da Cidade - Palestra de Seguradora
Sempre pensando lá na frente, costumamos dizer que estamos 10 anos adiantados.  Daí a frase acima.
Após 20 anos de atuação como Corretora convencional, a San Martin Corretora de Seguros se lançou em 2014 no Mercado de Franquias.
Agora, precisa refletir seus passos.  Os já realizados e aqueles ainda a serem dados.  E para esta reflexão, nada melhor que o final do ano.
E estamos encerrando 2015.
Ao fechar das portas do velho ano, uma última olhada pra trás, admirando o caminho bem trilhado e rememorando os companheiros da jornada.

Foram vários os instrumentos de
alcançar o público com mensagens
Em janeiro deste ano, iniciávamos 2015 com 57 franquias.
A mudança para a sede nova e a divisão de alguns setores chaves com outra marca parceira, com quem inclusive era partilhado o prédio, fazendo com que precisássemos abrir um processo seletivo e adquirir alguns equipamentos e móveis, deu um certo "friozinho" na barriga.
Levamos para este novo desafio, como certeza,  apenas a vontade e o talento que nos acompanha a todos da equipe.
Foi muito trabalho, mas logo iniciaríamos um crescimento desenfreado.

Colaboradores Aprovados na Prova
de Aprimoramento - UNISAN
Em fevereiro, já na casa nova, acontecia o 7º Treinamento de Novos Franqueados.  De lá pra cá já foram mais cinco edições e em novembro último realizamos com êxito o 12º Treinamento, com recorde de participantes.
Fecharemos 2015 com 201 unidades, espalhadas por 24 Estados do Brasil, consolidando-nos como a 2ª maior rede de franquias de Corretora de Seguros do país.

Último Treinamento de Novos
Franqueados de 2015 - público recorde
Ao todo também, são 11 másteres franqueados responsáveis por regiões inteiras, com exceção do Estado de Santa Catarina, ainda disponível.
A San Martin pode realmente comemorar e o fará neste sábado, reunindo seus colaboradores e familiares para um jantar de final de ano.
No menu, além dos comes e bebes, o reconhecimento das companhias de seguros que caminharam ao nosso lado ao longo do ano, presenteando a todos.  Presentes que também alcançarão os franqueados que farão parte da 1ª Convenção Nacional de Franqueados San Martin que ocorrerá em março de 2016.

Estande da San Martin na Feira da ABF
em São Paulo - junho de 2015
Esta festa, tem gostinho de vitória.  E é pra ter mesmo.
Trabalhando até altas horas da noite, parte da equipe sentiu na pele o aumento agressivo da produção de seguros em plena "crise" tão alardeada pelos meios de comunicação.
Fruto da dedicação especial de nossos cabeças, surgiram este ano o SAF - Serviço de Atendimento ao Franqueado, a Universidade Corporativa - UNISAN e a criação de um produto próprio, o Consórcio San Martin, administrado pela Caixa Econômica Federal.
Foram, nestes 12 meses, realizadas 12 áudios conferências gerais (com todos os franqueados e colaboradores) e mais de 60 áudios de produtos, orientações e discussões.
São 43 os colaboradores que integram a marca que conta com Departamentos Jurídico, Marketing, Comercial/Técnica, Expansão, Operações, Universidade Corporativa, Produtora de Vídeos, Consórcio, SAF, TI e Administrativo.
A unidade piloto também comemora seus novos números e em 2016 deve ganhar mais visibilidade, merecendo um endereço destacado no coração da cidade.
O sistema de franquias apresenta diversas peculiaridades.  Acontece que o setor de seguros também. As sérias regras da SUSEP - Superintendência de Seguros Privados em consonância com a ética profissional defendida pelo SINCOR, um forte sindicato da classe, exigem da San Martin um comportamento extremamente correto, o que é possível à medida que toda a produção é encaminhada para a matriz onde é devidamente conferida, efetivada e acompanhada até o final da vigência.
Os franqueados também contam com a transparência e a acessibilidade junto à direção da empresa por telefone, skype, e-mail, whatsapp e inclusive pessoalmente na franqueadora que não apresenta reclusão (dificuldade de acesso) de nenhum dos seus integrantes.
Amparados pelo profissionalismo de uma excelente Assessoria de Imprensa e uma inovadora Agência de Marketing, a San Martin segue fortalecendo sua marca e fazendo-a conhecida.
Cada franqueado é convidado a fazer da sua unidade franqueada o "negócio da sua vida" e para tal recebe todo o suporte e ferramentas que a franqueadora tem disponíveis.
A equipe se qualifica, se aprimora e se dedica cada vez com mais afinco e o melhor, sem perder de vista a inovação.
Fico pensando que, se começando 2015 bem menores que hoje, alcançamos este nível de crescimento e altivez, imagine como será 2016 que começa com nossa força total.
Por isso, 
para esta nova jornada, mais que agradecer a cada um dos envolvidos, faço um convite a todos: colaboradores, parceiros de negócios e franqueados.
"Vamos juntos, caminhar.  Fé em Deus e pés no chão.  Acreditar na força de nossa marca e em nosso potencial, vencer as lutas diárias e comer do mesmo pão."

domingo, 13 de dezembro de 2015

Amarras não mais

Desorientação total... é isso o que sente quem deseja entender a situação política que o Brasil está vivendo hoje.
A imprensa e a mídia, que podiam orientar um pouco a opinião geral, já deixaram claras, lá atrás, suas intenções e sua preferência.  Diante desta parcialidade indiscutível e declarada, na verdade, confessam que cumprem rigorosamente as ordens de quem as mantém.
São poucas as famílias detentoras de todo o poder midiático neste país, tendo por este grupo, redes de televisão, rádios, jornais e revistas de alguns favorecidos de outrora.
Falam quase a mesma língua e respondem a praticamente os mesmos patrões.  E isso, há muitos e muitos anos atrás.
Foi assim que ignoraram os clamores populares, invertendo a situação e dando guarida aos movimentos teleguiados que culminaram no Golpe de 64.  Obedecendo a interesses elitistas e favorecendo os financiadores "de fora", praticamente promulgaram, em conjunto com os golpistas, cada uma das medidas que ensanguentaram e cobriram de escuridão o nosso país.
Foi assim também que ignoraram outros tantos movimentos ao longo da história, não escapando apenas daqueles cuja situação era impossível ocultar, como o riquíssimo movimento pelas Diretas ou o impechment de Fernando Collor, que de novo, devemos lembrar, tem motivos que não se parecem em nada com a situação atual vivida pelo governo Dilma.
Estes grandes "barões" da informação, talvez apostem no fracasso das redes sociais ou de alguns aparelhos de livres pensantes que correm por fora com alguns instrumentos (revistas, jornais, bloques etc.) conseguindo levar um pouco de contra-ponto nas matérias veiculadas às grandes massas.
Pior ainda, pode ser que apostem mesmo é na falta de senso da população em geral, que de maneira ressonante copia algumas palavras de ordem como "fora Dilma", "não somos Venezuela", "bolivarianos", "vão pra Cuba" e outras desinteligências.
Só que tem uma coisa muito concreta... A maioria do povo do meu país já está começando a entender onde se quer chegar...
Perceberam que após as eleições, o governo tentou trabalhar enquanto a oposição permaneceu no palanque, nas praças, avenidas, nos microfones e tribunas, tentando apenas fazer campanha.    Por consequência, agravando e muito a crise econômica com um combustível extremamente "inflamável", a crise política.
Perceberam que já não importa a estes oposicionistas, se é o Aécio, o Temer ou quem quer que seja que venha ocupar o governo, desde que se o tire das mãos do PT com seu projeto, ainda que insuficiente, voltado para a classe trabalhadora (grande maioria da população).
Perceberam as contradições de líderes de movimentos que, clamando contra corrupção, trazem muitas vezes figuras comprovadamente corruptas para os holofotes, quando não, são eles mesmos, indignos do brado que dão à frente dos cordões.
Perceberam que não dá para colocar no mesmo nível, um Eduardo Cunha de uma Dilma e o fato de nenhum outro que não seja petista ter sido preso ou condenado até agora, já começa a deixar pulgas atrás das orelhas.
Foi assim que este domingo se mostrou para pessoas em geral, dentre eles alguns com quem convivo. Parentes, amigos e até meus filhos.
O que na verdade era pra fazer hoje?  Ninguém sabia.  Se marchar contra a corrupção, que fosse uma marcha voltada para todos os comprovadamente corruptos, a começar o chefe do nosso Congresso.   Se era para pedir o fim de um partido, porque marchar contra o partido que mais construiu escolas e universidades enquanto seu principal opositor tem pautado suas ações na porrada a professores e alunos da escola pública?  O PSDB começou 2015 batendo em professores e terminou o ano batendo em alunos.  Vergonha total.
Que cargas d'água fizeram com que todos os intelectuais do país, artistas e célebres cientistas e reitores tenham assinado cartas em apoio a Dilma, sendo que o que temos ouvido é o quão prejudicial ela tem sido para a nação?
Católicos e evangélicos nas suas direções nacionais mais respeitadas se uniram contra o impechment. Por que cabe aos fiéis marcharem em favor do mesmo?
Tenho certeza, foi este conjunto de dúvidas que fez com que muitas pessoas parassem para pensar melhor e usassem seu domingo em objetivos mais nobres.
Claro que houve algum protesto... Sim, com certeza há muitos partidários e interessados no contrário. Mas a grande massa está reflexiva.  Não quer ser gado.  Não quer ser manobrada.
Com absoluta segurança, esta noite algumas famílias poderosas vão ter uma péssima noite de sono.   Afinal, descobriram que não mais têm tudo sob seu controle.  E o 13 de dezembro que outrora já foi dia de péssima lembrança para os brasileiros, passa hoje a ser um dia de profunda demonstração de libertação das nossas consciências.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Final de Férias

Londres - Capital Britânica

Está terminando hoje um dos momentos mais maravilhosos e radiantes de meus dias sobre a Terra.
Depois de um longo e rigoroso inverno, decidi tirar, com toda a família, alguns dias de férias na Europa.
Queria trazer meus filhos para alguns lugares que eu já havia conhecido e que achava importante que eles reservassem na memória, além de conhecer, eu mesmo, alguns outros que ainda não tinha visitado.
As tradicionais cabines
telefonicas de Londres
Assim, planejamos tudo com muito cuidado e carinho.  Há mais de um ano, vínhamos pagando as passagens para os cinco integrantes deste numeroso grupo. É uma forma de fazer "doer" menos no bolso.
Contamos com a ajuda prestimosa de um amigo, Michael da agência CVC do Carrefour em Rio Preto.  Gentil e atencioso, nos deu "toques" super importantes.
Minha mulher irá escrever, mais tarde, os detalhes da viagem para poder deixar dicas a outras pessoas.  
Arco do Triunfo - Paris
Devo confessar que fiquei tenso a princípio, por viajar com as crianças para terras tão distantes, mas ao descobrirmos os blogs de viajantes, tudo ficou mais fácil.  
De início, planejávamos ir a Madri, na Espanha, de onde partiríamos para o resto da jornada.  
Depois, mudamos para Londres, pois fazia mais sentido descer de trem para a França e Itália.
Museu do Louvre - Paris - Obrigatório
Também desistimos da Grécia, que ficará para uma outra oportunidade.
A ideia era passar dois dias em cada cidade.
Assim, no dia 25 de novembro último, partimos para a capital britânica.
Conhecemos lugares extraordinários e claro, ficou evidente a influência britânica na atual civilização americana.
De nosso ponto de partida, o hotel ao lado da estação King's Cross, fizemos um giro por toda a cidade conhecendo as construções principais e emblemáticas, o centro financeiro da cidade, com exceção do palácio da rainha o "buckingham".  Pode?  É como ir a Roma e não ver o Papa.
Foto da Capela Sistina
Confesso que fiquei maravilhado com o que vi e com a forma cordial com a qual fomos tratados pelos ingleses em geral.  
A organização e limpeza londrinas também foram ponto alto, inclusive nos metrôs da cidade que, claro, experimentamos sem dó. Taxi só do aeroporto ao hotel.
Também fizemos o que os viajantes em geral deveriam fazer sempre.  Visitar um supermercado, avaliar o que comem, quanto pagam pela carne etc.  
Coliseu em Roma - Primeira Noite
Além de instrutivo, uma forma de economizar no frigobar dos quartos de hotel.
Quantos muçulmanos e indianos encontramos pelas ruas, trabalhando ou andando de um lado para o outro.  Todos trajados ao seu modo típico, deixando claro que a mistura das culturas é uma realidade sem volta.
De trem, a partir da estação San Pancras, atravessamos para a França, numa frustrante viagem sem paisagens.
A travessia foi rápida, nos levando até Gare de Nord em Paris, cujo hotel era próximo.  
Inclusive, vale ressaltar, mesmo sabendo que Caroline vai escrever depois, que a região de Pigalle, em Paris não é tão "bonitinha" assim.
A capital francesa, no entanto é super bem servida de metrôs e foi por meio destes que fizemos de tudo, desde visitar nossa prima luso/francesa que lá mora com a família, até conhecer os principais pontos turísticos (Torre Eiffel, Palácio de Versalles, Museu do Louvre, Categral de Notre Dame, Arco do Triunfo e a belíssima Champs Elysses).
Eu e Caroline que fez
anivesário durante a viagem -
Veneza 6 graus às 16h local
Até de ônibus, pela madrugada, andei com meus três filhos e mulher pela cidade sem qualquer problema ou medo, já que semanas antes a cidade fora agredida em uma ação terrorista.
Claro, estávamos apreensivos, mas a ajuda sempre cordial de uma mega população de argelinos quebra um pouco o gelo.  
Estão por toda a parte em Paris e sempre muito sorridentes.  Muitos deles, inclusive, arriscam um "português" que acaba prejudicado pelo sotaque francês.
Piazza Duomo - Florença/Firenze
Também esbarramos em muitas mulheres muçulmanas com seus véus coloridos pelo centro de Paris. Quase sempre, em situação desfavorável, muitas vezes pedindo ajuda financeira.
De Paris fomos a Roma.  Senti que meus filhos adoraram ver o Coliseu, o Foro Romano, o Palatino, o Vaticano (e o museu do Vaticano), mas principalmente o centro histórico com a Fontana de Trevi, o Panteão, a Piazza Navona e outros cantos lindos que a capital italiana oferece.
Mas sem dúvidas, foi da gastronomia italiana que mais apreciaram.
Rua Florentina com suas lojas
Florença, ou Firenze para os italianos, foi para todos nós, uma radiante surpresa.  
Que cidade bela e agradável com suas lojas e monumentos, naquilo que poderíamos chamar de "museu a céu aberto".  
Meu trio de bambini em passeio
de Gôndolas
Com clima mais gelado que do resto da viagem, foi um bom hotel que nos ajudou a nos sentirmos  em casa.
E claro, nem esse gelo nos afastou dos coloridos e moldados "gelatos" italianos que, esculpidos nas vitrinas, nos convidava à perdição todas as noites após o jantar.
Mas foram os momentos finais na belíssima e exótica Veneza que tudo começou a doer um pouco no fundinho do meu coração.  
Ruela de Veneza 
A saudade de casa e dos próximos lá deixados, se misturou com a ideia do final da viagem, das férias e sobretudo da convivência espremida de nós cinco.  Convivência esta, que devia ser obrigatória para todas as famílias.
Sentimental e emotivo, acordei esta manhã (com três horas de diferença com relação ao Brasil) e fui olhar meus rebentos dormindo, pensando no quanto tempo mais me resta junto a eles, no seu dia a dia, antes que partam felizes para suas jornadas individuais pelo mundo imenso e infinitamente mais atrativo que o "colo de pai".
Não foi fácil encarar esta realidade... 
Mas volto renovado, fortalecido e feliz.  Férias são bençãos a que todos os trabalhadores do mundo precisam ter direito e ponto final.

Contraditórios

I - Estes dias me deparei com uma pergunta muito cruel: "Não é incoerente um empresário se dizer comunista ou de esquerda?" ...