segunda-feira, 24 de junho de 2013

Manifesto: O MPL cumpriu seu papel histórico... É hora da unidade da esquerda.



O MPL cumpriu seu papel histórico... É hora da unidade da esquerda

Vimos nestes últimos dias a emergência do resultado de anos e séculos de opressão e de descaso dos dominadores para com as necessidades do povo. Aquilo que parecia ser um país pacífico e cordial, mostrou a verdadeira face: a força gigantesca de um povo que só estava quieto porque era mantido sob os grilhões do

pão, circo e tropa de choque.  
Mas toda anestesia e todo estado letárgico de repente parecem ter cessado. O gigante despertou... como dizem as massas nas ruas.
Isso ocorreu como a água que se derrama do copo quando embaixo de uma goteira, e ocorreu como o rompimento de uma barragem: um processo que leva anos para saturar. Mas saturou! Transbordou! E isso ocorreu quando, motivados pelo espancamento dos manifestantes em SP e a luta pela diminuição das tarifas do transporte, apareceram em cena. Desde o surgimento da Internet, a massa anestesiada pelo circo ficou potencialmente menos refém das grandes mídias e esse é um caminho sem volta. Assim, a mentira não pode mais ser repetida mil vezes até se tornar verdade, pois a internet apresenta fontes alternativas da realidade. O que as lentes profissionais escondiam, as novas lentes de cada indivíduo nas ruas agora mostram. O controle que o Grande Irmão almejava se torna quase impraticável. E assim, de compartilhamento em compartilhamento, os homens e mulheres deste país tiveram acesso ao real, sem simulacros. E vendo que é possível sonhar sem estar dormindo, resolveram sair da frente dos monitores e ganhar as ruas, apoiando um movimento legítimo, construído ao longo de 8 anos, chamado Movimento Passe Livre (MPL). O movimento cresceu dia a dia e angariou novas pautas reivindicatórias. As contradições se explicitaram, como a gritante incoerência de se gastar bilhões para estádios de futebol num país de fome e não ter leitos hospitalares e nem aparelhos para exames de urgência. As pessoas começaram a enxergar a sua realidade pelas lentes da contradição... E a COPA que era um fetiche dos brasileiros apareceu como o que verdadeiramente é: um megaevento puramente mercadológico no qual setores do capital se aproveitam para sugar o que resta dos salários dos fanáticos torcedores. E os jogadores nada mais que mercenários da indústria de entretenimento vulgar. É que quando a vida é lamentável, a criatura oprimida quer um suspiro, mesmo que ilusório, seja este suspiro uma Copa, uma novela ou uma crença.
Mas o suspiro apareceu como engodo e o vale de lágrimas se revelou por completo. E assim, a acomodada classe-média e alguns trabalhadores despertaram para receber a
verdadeira seiva das ruas. Saímos todos gritando contra um mar de calamidade e injustiças. E todos parecíamos uma só nação. E todos praticamos o sacro direito da desobediência civil.
No entanto, somente os ingênuos não se aperceberam que há algo abaixo e além da política que nos separa. Logo o movimento apareceu na sua riqueza e na sua multiplicidade. E o que relativamente é majestoso, como o caso da diversidade, logo mostra sua outra face. Há dois tipos de diversidade: aquelas que são complementares e aquelas que são excludentes. E logo ambas apareceram: De um lado meninos e meninas comportados e de outro aquilo que a mídia insistia em chamar de "vândalos". E logo o movimento incorporou este jargão forjado pela grande mídia para criticar aquela diversidade que via no movimento ativo uma tática mais radical para apressar a transformação. E se não cabe justificar, cabe ao menos compreender: ou eram PMs infiltrados ou parte da população que deu vazão à revolta guardada por anos de uma vida capitalista superficial e sem sentido.
Mas apareceu também uma nova diversidade excludente: entre aqueles que se organizam por partidos revolucionários e os que se dizem apartidários. E como é uma diversidade que a mídia diz ser excludente, de convivência diversa, passamos a vivenciar uma hostilidade. Grupos de partidos revolucionários, quase seculares, e que já lutaram contra duas ditaduras truculentas e assassinas, como é o caso do PCB e de outro partido que durante quase duas décadas também luta com heroísmo junto à população neste país, caso do PSTU, acabaram alvos de ofensivas mais violentas.
A manifestação pacífica parecia agora mais violenta. E a violência era também interna. A hostilidade contra as bandeiras de partidos ganhou força ainda mais com a presença cínica de militantes cujos partidos (PT e PCdoB) governam esta nação (em tese). É fácil entender a ira do povo contra suas instâncias representativas quando estas traíram e traem sua base. Se com a eleição de Lula, a

esperança venceu o medo... após 10 anos de governo PT, podemos finalmente dizer que a traição venceu a esperança. E com isso, a generalização burra e simplista ganhou força nas ruas, num coro de "fora partido".
Mas se a manifestação apartidária é justa e se o sentimento antipartidário é compreensível em tal conjuntura histórica, fazer uma tabula rasa entre os partidos burgueses que sempre estiveram no poder e os partidos revolucionários que sempre estiveram nas ruas, é injustiça e desconhecimento histórico das suas lutas junto ao povo. Mas agora era tarde e o cheiro de golpe começa a aparecer. De uma manifestação linda e livre, exigindo reivindicações progressistas, passamos a ver e ouvir um ruído de fundo que não tem muita tradição nas ruas. A classe-média trouxe junto de si para as ruas aquilo que
parte das massas tem de pior: ingenuidade política, obscurantismo e ranço nacionalista. E de um ruído de fundo, passamos a ouvir ecos mais fortes na multidão. É que a extrema-direita, por pequena e insignificante que seja, é boa nadadora e nada velozmente no mar da ignorância das massas. Ela as utiliza e as manobra com seu discurso asséptico e ufanista, apelando para o lado mais irracional dos homens e mulheres. E para os ouvidos treinados, o eco soou o alerta: reprimir partidos de esquerda e gritar pelo nacionalismo é uma receita muito conhecida das ditaduras ocorridas aqui e do Nazi-fascismo! Junto a eles, os partidos de direita, que sabem que não precisam estar nas ruas com suas bandeiras para manobrar e utilizar os movimentos, numa clara demonstração de oportunismo camuflado, já incitava nos bastidores um "fora Dilma"...
O governo Dilma e o governo Lula não passaram ou não passam de um governo que traiu a classe trabalhadora. Não porque mudaram de lado, pois nunca foram revolucionários e nunca foram necessariamente contra a origem destes nossos males, que é o capitalismo. Mas traíram a esperança que o povo ingênuo depositava neles. Todavia, não se conserta o mal criando mal maior. E assim, "cortar a cabeça" de Dilma é tudo o que a direita e os abutres reacionários querem. E é o que não iremos dar de bandeja. Este governo podre deve cair, mas junto com o sistema que é o verdadeiro causador da corrupção do homem e da vida: o capitalismo!
O Movimento Passe Livre, que não é tão ingênuo assim, percebeu a armadilha que as dimensões colocaram aos protestos e por isso se retiraram. Por certo, viram este filme acontecer na Venezuela recentemente, quando a direita convocou a classe-média e a pequena burguesia para as ruas contra Chavez. A tentativa reiterada de golpe era clara. Com a ação da CIA na Venezuela, no golpe contra o presidente paraguaio, Lugo, e o histórico de intervenção estadunidense na América Latina (vide a operação Condor que instaurou as ditaduras aqui e nos países vizinhos), o quadro se tornou nítido e a manobra da direita nas ruas manifestou-se evidente.
Assim, a dimensão assustadora dos protestos, a perda de controle e o cheiro de golpe de direita fizeram nossos jovens heroicos vacilarem. Em parte por consciência e em parte pelo despreparo, adotaram a medida mais irresponsável (embora compreensível), que foi tirar o time de campo. Mas esta atitude tomada pelo MPL nesta altura só agrava a situação, entregando o movimento nos braços da burguesia reacionária e a ultra-direita fascista. E por isso é irresponsável. Talvez pagam agora o preço da ingenuidade de crer que a neutralidade de um movimento é garantida pela refração a partidos políticos, quando na verdade é justamente o contrário. Os partidos têm acúmulos de experiência de anos de
história e é justamente este acúmulo que garante a estas organizações o preparo suficiente para estes momentos convulsivos da sociedade. Por isso é compreensível que os militantes, que não esperavam pelas dimensões nem pelas direções que o movimento tomou, afastem-se para respirar. Mas ser compreensivo não quer dizer que seja a atitude mais coerente e responsável para o momento.
Assim, é hora de convocar o MPL para juntar-se novamente às fileiras desta demonstração maravilhosa da força das massas nas ruas. Os protestos não podem parar agora. Mas também não estarão sozinhos. É hora de entrar em cena outros movimentos com acúmulo de experiências para ancorar e garantir a vertente progressista dos protestos. É hora da classe trabalhadora também ser convocada para juntarmos uma pauta ainda maior, pois quando a classe trabalhadora para, o Brasil para! As organizações de esquerda, juntamente com os trabalhadores do campo e da cidade, devem reconduzir os protestos para o caminho da transformação, da tolerância e da democracia radical.
Estudantes e trabalhadores, devemos nos unir novamente, porque ante esta união o poder treme! Esta união cria a maior força social que um país pode conhecer. Ante ela nenhum sistema, por mais desigual e injusto que seja, permanece inalterado.
Para as ruas todos!

sábado, 22 de junho de 2013

INVERNO BRASILEIRO


Depois da Primavera Árabe, o Inverno Tupiniquim. 

Os brasileiros vão as ruas para protestar por questões que vão da redução da tarifa de ônibus até a o fim da corrupção no país.

Reclamações decorrentes da realização da Copa do Mundo no Brasil também fizeram parte da das reivindicações.

No entanto, alguns excessos fizeram parte do bonito movimento que se verificou nas capitais e principais cidades brasileiras.

É bem sabido que não há processos inteiramente pacíficos, mas a existência de uma horda de baderneiros exagerados prejudicou o brilho dos acontecimentos.  Pra piorar, uma pauta confusa gerou ainda a possibilidade de oportunistas agirem por trás.

Os partidos da ultradireita, aliados com grupos reacionários, encontraram ressonância.  Ouviram-se gritos de “fora Dilma” e militantes históricos foram banidos das passeatas fazendo a alegria de setores conservadores da sociedade e quiçá de nações super interessadas na baderna geral e na instabilidade política da nação.

Famosos veículos de informação, sempre ligados ao “antiesquerdismo”, se postaram de simpáticos ao movimento.

Foi necessário um pronunciamento da presidenta e a retirada do comando dos movimentos que declarou terem os mesmos sido atendidos a partir dos protestos.

Enfim, a lição foi aprendida e foi ministrada e os governantes e elites entenderam o recado.

No meio de tudo, declarações equivocadas de esportistas e outros, se misturaram a oportunistas que até música criaram para voltar à mídia.

domingo, 2 de junho de 2013

O Teletransporte é uma realidade -

Uma pessoa é desmaterializada em um ponto do espaço e tempo volta a se materializar em outro ponto distante, quase que instantaneamente. Em pouco tempo essa cena poderá não ser uma exclusividade da ficção científica.
Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hefei, na China, conseguiram, pela primeira vez na história, teletransportar um objeto macroscópico a uma distância de 150 metros, utilizando o princípio de enlace quântico, no qual duas partículas compartilham a mesma existência, ou seja, uma mesma informação, independentemente da distância entre elas.
Desse modo, a transmissão entre dois objetos se faz possível de forma instantânea, de um ponto a outro, sem que a informação tenha que atravessar o espaço que os separa. No entanto, a ponte quântica definida pela brecha de tempo na qual esta informação se mantém intacta antes de ser destruída, não supera atualmente os 100 microssegundos.
Em Londres, especialistas da Universidade de Cambridge conseguiram desenvolver um modelo matemático que explica como aumentar a resistência da união quântica, ao abrir as portas para computação quântica, essencial para uma teletransportação complexa.
Segundo os cientistas, este foi um avanço fundamental, embora o mais importante ainda esteja por vir.
 
Extraído do Site History Notícias de hoje.

sábado, 1 de junho de 2013

As grandes invenções de brasileiros injustiçadas pela história.

Tirei de um e-mail de minha amiga Neuza Simpson.  Acredito que este texto e imagens pertençam a algum blog, desculpando-me neste ato por qualquer ato de "cópia" ou arremedo.  O que tentei foi colaborar para sua divulgação, uma vez que o assunto é bem interessante.  Parabéns portanto a quem o montou no original.
Segue na íntegra.

10) AVIÃO.

 

 


 

SANTOS DUMONT - 1906

 

Até que essa invenção não é assim tão injustiçada. Em 2006, centenário dos primeiros vôos com o 14 Bis, Santos Dumont recebeu homenagens no Brasil e até na Europa. Mas, por causa dos americanos, a paternidade do avião ainda é polêmica. Segundo eles, os verdadeiros "pais" do invento seriam os irmãos Orville e Willbur Wright, que em 1903 voaram com o Flyer I. Os Wright fizeram seu avião voar com a ajuda de uma catapulta. Dumont foi o pioneiro da decolagem "autônoma": o 14 Bis subiu impulsionado por um motor a combustão.

 

 

 

09) DIRIGÍVEL SEMI-RÍGIDO.

 

 


 

AUGUSTO SEVERO DE ALBUQUERQUE MARANHÃO - 1902

 

Trabalhando em Paris, esse brasileiro desenvolveu o projeto do primeiro dirigível "semi-rígido" - em vez de usar apenas tecido, parte da estrutura do invento tinha uma armação de metal para melhorar a sustentabilidade. Criatura e criador tiveram um fim trágico: no vôo inaugural, quando o dirigível estava a 400 metros de altura, uma explosão detonou o aeróstato e matou os dois tripulantes - Severo e seu mecânico.

Apesar de pouco conhecidas, as inovações estruturais do dirigível semi-rígido ajudaram a aperfeiçoar o zepelim, inventado em 1900.

 

 

 

08) ABREUGRAFIA.

 

 


 

MANUEL DIAS DE ABREU - 1936

 

Esse nome complicado indica um método rápido e barato de tirar pequenas chapas radiográficas dos pulmões, para facilitar o diagnóstico da tuberculose, doença mortal no início do século 20. O teste, que registra a imagem do tórax numa tela de raio X, espalhou-se pelo mundo. O inventor do exame, Manuel de Abreu, foi indicado ao Nobel em 1950 e teve o invento batizado em sua homenagem. Mas só no Brasil: em outros países, o exame recebeu nomes como "schermografia" (Itália), "roentgenfotografia" (Alemanha) e "fotofluorografia" (França).

 

 

 

07) BALÃO A AR QUENTE.

 

 


 

BARTOLOMEU DE GUSMÃO - 1709

 

Na frente do rei de Portugal D. João VI, o padre Bartolomeu de Gusmão fez a primeira demonstração pública da Passarola, um engenho voador que levitou a 4 metros de altura. A idéia surgiu quando o religioso observou uma bolha de sabão e sacou que o ar quente é mais leve que o ar exterior, e pode ser usado para fazer coisas vagar pelo ar. O balão foi visto com graça, mas ninguém botou fé na invenção. Em 1783, os franceses Étienne e Joseph Montgolfier criaram um balão nos mesmos moldes do Passarola. Entraram para a história como pioneiros.

 

 

 

06) ESCORREDOR DE ARROZ.

 

 


 

 

BEATRIZ DE ANDRADE - 1959

 

Muitas vezes a gente pensa que coisas simples do dia-a-dia surgiram há muito tempo, quem sabe na Antiguidade ou até na Pré-História... Não é o caso da bacia conjugada a uma peneira que a gente usa para lavar o arroz: a criação, 100% brasileira, é da dona-de-casa Beatriz de Andrade, que vendeu os direitos do aparelho para um fabricante de brinquedos. O invento fez o maior sucesso na Feira de Utilidades Domésticas de 1962. Como Beatriz recebia entre 2,5% e 10% das vendas, o escorredor deu uma bela força a seu orçamento familiar.

 

 

05) RADIOTRANSMISSÃO.

 

 


 

ROBERTO LANDELL DE  MOURA - 1899

 

 

 

Padre brasileiro, Landell foi o precursor na transferência de voz por ondas de rádio. Da avenida Paulista, o cara emitiu um som ("Alô! Alô!") que foi ouvido a 8 quilômetros de distância num telefone sem fio. No mesmo ano, o italiano Guglielmo Marconi, mundialmente considerado o pioneiro da radiotransmissão, só conseguiu transmitir sinais telegráficos (aquele "tec-tec-tec") a algumas centenas de metros. O nome de Landell só foi conhecido no mundo em 1942, quando a Justiça americana decidiu que Marconi (que leva a fama até hoje) não era o inventor da radiotransmissão.

 

 

 

04) IDENTIFICADOR DE CHAMADAS

 (BINA).

 

 


 

 

NÉLIO NICOLAI - 1982

 

O mineiro Nélio Nicolai foi o inventor da tecnologia capaz de identificar o número telefônico de quem faz e recebe ligações. Ele tem a patente da criação, batizada de Bina - sigla que significa "B Identifica Número de A". Mesmo assim, ele vem travando uma briga na Justiça do Brasil e de vários países para provar que o invento é seu.  Ele alega que as operadoras e fabricantes de telefones copiaram na caradura a tecnologia que ele inventou, sem pagar nem um tostão de direitos autorais.

 

 

 

03) DIRIGÍVEL.

 

 


 

JULIO CEZAR RIBEIRO DE SOUZA - 1880

 

O paraense Julio Cezar mandou bem unindo o balonismo e a aviação para conceber o primeiro dirigível de todos os tempos. Mas o problema é que ele demorou para dar asas à novidade... Em 1884, o cara recebeu a notícia de que os franceses Charles Renard e Arthur Krebs haviam plagiado o seu projeto e realizado pela primeira vez na história um vôo a bordo de um balão dirigível. E o pior: sem fazer qualquer referência às teorias do inventor brasileiro! Apesar de ter patenteado sua invenção em 1881, Julio Cezar nunca conseguiu voar com seu invento. Foram algumas tentativas frustradas e só.

 

 

 

02) FOTOGRAFIA.

 

 


 

HERCULES FLORENCE - 1832

 

Nascido na França e radicado na atual Campinas (SP), esse franco-brasileiro foi quem primeiro descobriu uma forma de gravar imagens com o uso da luz. Ele bolou um método para imprimir fotos usando papel sensibilizado com nitrato de prata - princípio fotográfico usado até hoje em revelações. Nascia a photografie. Três anos depois, o processo de revelação fotoquímica ganhava notoriedade na França com as pesquisas de Louis Daguerre e Joseph Niépce. Ao saber que os franceses estavam sendo considerados os pais da fotografia, Florence abandonou as pesquisas.

 

 

 

01) MÁQUINA DE ESCREVER.

 

 


 

 

FRANCISCO JOÃO DE AZEVEDO - 1861






A invenção do padre Azevedo parecia com um piano de 24 teclas que imprimiam letras num papel - para mudar de linha, era preciso pisar em um pedal na parte de baixo do aparelho. Alegando estar velho e doente, o padre entregou seu invento ao negociante George Napoleon Yost, com a promessa de que havia pessoas interessadas em fabricá-lo nos Estados Unidos. Péssima idéia. Em 1874, o americano Christofer Sholes apresentou um modelo quase igual ao do padre Azevedo. A empresa Remington se interessou e passou a fabricar as máquinas, sem nem lembrar do brasileiro.

 

 
 

Contraditórios

I - Estes dias me deparei com uma pergunta muito cruel: "Não é incoerente um empresário se dizer comunista ou de esquerda?" ...