domingo, 17 de julho de 2016

SAN MARTIN FASE 2 - UMA NOVA VISÃO DE NEGÓCIOS


Em 1º de junho último, lançamos na San Martin Corretora de Seguros, o projeto San Martin Fase 2, ou como alguns de nossos parceiros costumam dizer: San Martin 2.0.

Trata-se de uma revisão de contextos e ações que se faz necessária para a adequação da gestão em cima do novo modelo atingido pela marca.

O que ocorre é que as empresas precisam estar "vivas" e acompanhar a velocidade do Mercado, a transformação constante das exigências do público e sobretudo voltar seu olhar para o ambiente interno.  Saber como anda o "espírito" de sua gente.

Administrar em tempos atuais é uma tarefa que exige muita reflexão, conhecimento de causa e sobretudo, ou acima de tudo, ser veloz.

Insistir em algo que não dá resultados, seguir caminhos só porque são fruto de padrões e convenções de outrora, pode ser desastroso e quem sabe, irreversível.

Ao completar seus dois anos de atuação no franchising a San Martin, que até 2014 era apenas uma Corretora de Seguros convencional, entendeu que estava diante de um gigantesco desafio: avançar ainda mais.

Como corretora convencional, competia à empresa apenas trabalhar com ética, competência e manter os olhos na concorrência.  O espaço no ramo securitário, em que pese a existência de mais de 88 mil corretores de seguros atuando no Brasil, sempre existiria pra nós.  Os corretores raramente fazem propaganda e muitas vezes se reservam a uma gama reduzida de produtos.  Ao contrário, sempre tivemos o hábito de fazer panfletos, mandar e-mails e realizar algum tipo de novidade como por exemplo, enviar informativos para clientes e prospects.

Ao iniciar sua atuação no sistema de franquias, 18 anos após a fundação da corretora, era preciso implementar movimentos mais audaciosos.

Repaginar a marca, criando um conceito. Fortalecer a logomarca, gerando identidade visual. Documentar processos, permitindo sua replicação.  Por fim, aumentar o leque de produtos e parceiros para atender ao consequente aumento da demanda.  Eis os pontos primordiais para o início do San Martin Franchising e que seguimos regiamente.

Pronto.  Em dois anos, mais de 250 unidades franqueadas operando em todo o território nacional.

Daí, o natural seria a acomodação da primeira batalha vencida.  Assistir, fazer alguns pequenos ajustes e claro, administrar.  Este seria o comportamento de uma gestão conservadora.

Os problemas inerentes da quantidade de franquias, do peso operacional gerado e principalmente oriundos do conturbado relacionamento entre pessoas de origens e padrões diferenciados, não serviriam de pretextos para grandes mudanças.  Poderiam ser tratados, como se tratam os conflitos pertinentes à administração moderna. Isso seria, digamos assim, mais razoável.

Mas, a visão de gestão moderna e vanguardista da San Martin, da qual tenho a honra de fazer parte, nos pedia, ao contrário: uma explosão.  Uma arrancada rumo ao definitivo bom posicionamento no Mercado.

Foi assim que realizamos, logo ao completar 2 anos desde o início do projeto franquias, nossa 1ª Convenção Nacional de Franqueados que contou com cerca de 80% da rede em 3 dias de reflexão, mas basicamente de "ouvidos bem abertos".

Da aproximação com os parceiros, brotou a vontade de se colocar a gestão à frente das expectativas da rede e também dos clientes finais, nossa fonte e origem de tudo.

Voltar a repaginar a marca quando tudo parece consolidado, inovando o conceito, recriando processos mais avançados e por fim, ganhando terreno em tempos de crise, nos colocará em um patamar inalcançável pela concorrência.

A isto demos o nome de Fase 2.  Um projeto que levará uns 3 meses a ser implantado no contexto geral.  Um conjunto de ações que partem do marketing ao atendimento na ponta.  Que tem por fim, refletir no cliente final a satisfação interna de cada um dos envolvidos.

Cumprir a missão de uma corretora convencional, era algo tão óbvio que não foi difícil.  Foi, na verdade, meio natural.  Dar o tratamento necessário ao modelo de franquias, também acaba jogando a gente na "vala comum".  As exigências do franchising brasileiro não são tão complicadas de se cumprir.  Entregar uma marca e transmitir o know-how para sua utilização são o "postulado" e a regra máxima do negócio franquias aqui em nosso país.

Nós queremos muito mais.  Não ser uma Corretora de Seguros convencional, mas sermos a MELHOR Corretora de Seguros em atuação no Brasil.  Isso já complica um pouco as coisas. Fazendo apenas um alerta: melhor, não quer dizer maior.  Aliás, ser a maior quase sempre é incompatível com ser a melhor.

Também, não é interessante ser uma rede de franquias convencional, mas ser uma rede de franquias diferenciada, além de seu tempo e quem sabe inaugurar um novo formato de franquias.  Algo tão notadamente novo que acenda uma luz em futuros empreendedores.

Lógico que isso reclama muitos fatores, condições objetivas.  Dentre elas, estrutura.

Tentar realizar esta ação de forma isolada, apenas ao nível de gestão, representa sofrer arduamente, sem qualquer garantia de resultado.  Daí termos optado pelo envolvimento.  A começar pelo corpo de gerentes, colaboradores, máster-franqueados, franqueados e por fim clientes.  Todos buscando o mesmo fim. Fica bem mais fácil.

Dar o start no projeto FASE 2 deveria então começar daí.  Envolver a todos no mesmo espírito. Fazer com que todos entendam e conheçam os objetivos a alcançar. Depois, simplesmente por em prática, cada um dos passos.

E foi isso o que fizemos.  Primeiro o lançamento.  Depois a revisão geral, por meio inclusive de pesquisas, da avaliação de impressões.  Então, a recriação do negócio.

Pronto, a massa está na forma e a forma no forno.  Agora é torcer para o gás não acabar.  E pra isso, nada melhor que a injeção diária de motivação, revisão do compromisso coletivo e a partilha de cada uma das conquistas.

sábado, 16 de julho de 2016

Programa de Governo Municipal e a Transparência

Que bom!
Como sempre ocorre em períodos eleitorais, faço questão de não ser apenas um voto a mais.  Por isso, a escolha dos meus candidatos vão além da afinidade, do Partido Político e das promessas de palanque.
Numa avaliação mais profunda, gosto de conhecer o princípio do projeto, pois se coletivo e não "personalíssimo", estou dentro.  E estar dentro é contribuir, entender e ajudar na sua defesa.
Assim, estamos fazendo, em minha cidade, São José do Rio Preto, uma discussão bastante ampliada e interessante para ajudar a compor a peça do Programa de Governo de um candidato a prefeito.
Uma tentativa coletiva e participativa de oferecer mais que simplesmente um instrumento de marketing.
Um material que solidifique o firme compromisso de execução de ações básicas fundamentais para a transformação ou manutenção de trabalhos e conquistas políticas e sociais.
Claro que os temas são os mais sérios e importantes.  Na verdade, todos aqueles que não podem estar ausentes de um plano de trabalho de quem se coloca a serviço da comunidade, como saúde, educação, segurança, transporte, emprego, moradia e outros.  Afinal, são essenciais.
Contudo, um deles chama a atenção pela sua importância implícita em todas as áreas.
O acesso à informação pública nas prefeituras.
Têm as pessoas, a noção de que esta transparência é um direito previsto pela Constituição Federal?
A prevenção de atos de corrupção e uma gestão pública exercida com mais responsabilidade, são exemplos do que a divulgação transparente de informações pode representar para um município.
E isto, com certeza representa também um melhor aproveitamento de verbas e a condução de ações concretas na melhoria das condições sociais da população.
Por intermédio do exercício deste direito, não só cidadãos podem pleitear conhecer atos públicos (documentos ou atividades produzidas), mas de forma bastante firme e de resultados, os Conselhos Municipais e órgãos de fiscalização popular, como o Orçamento Participativo, por exemplo.
A transparência deve ser praticada e desta feita, considerada exercício de cidadania responsável uma vez que por seu intermédio podem ser acompanhados os arquivos públicos, os pregões, os gastos públicos e tantas outras informações.
E todas as informações relativas ao interesse público precisam estar disponíveis, mesmo que não solicitadas.
Daí a necessidade de um programa de governo com visão participativa e voltado à cidadania prever um cronograma que inclua e ofereça audiências públicas, mecanismos e sistemas de divulgação acessível e outras facilidades.
Para tudo isso é necessária dotação orçamentária e estrutura pessoal e física.
Confio bastante neste trabalho e boto fé neste grupo.
Este modelo de trabalho, que estamos executando por aqui, com voluntários e cidadãos comprometidos, comprova que na política, quando exercida coletivamente, também é possível se fazer o que é certo, bom e fundamental.

A rainha caipira.

A partir de hoje, me dedicarei a publicar, de quando em quando, contos e crônicas escritos por meu pai, Carlos Alberto Gomes, que assina com...