sábado, 18 de julho de 2015

De vez em quando, uma pichação por aqui.

Como se nada tivesse acontecido, o Presidente da Câmara Federal, Deputado Eduardo Cunha do PMDB do Rio de Janeiro, vai à TV e faz um pronunciamento de 5 minutos.
Fala da independência do Legislativo e relaciona uma lista de votações e trabalhos realizados pela casa que preside.
Mas não fala das maneiras com as quais tem trabalhado, passando como um trator sobre seus oponentes e principalmente, se esquece da obscura votação em segunda vez da redução da maioridade penal.
E o caso da propina, recentemente trazida à público, na declaração do delator da "Lava Jato"?
Será que aposta no "marketing"?  Na manipulação televisiva que sempre moldou, de alguma maneira, a opinião pública?
Alguém próximo a ele devia dizer que este é o momento de fazer silêncio.  Ficar quietinho.  Pois a sua batata está assando.
Esta exposição "deselegante" está fora de contexto.
Mas esta é só minha opinião.

É o cúmulo eu ter que ler um artigo de Reinaldo Azevedo.
Foi horrível fazer isso com meu intelecto e com meu caráter.  Mas eu tinha que saber ao certo sobre as coisas que ele falou do Papa Francisco.
Ficou irritadinho, como ficaram alguns direitistas de kitnet, porque Evo Morales presenteou o líder da Igreja com um símbolo que remete ao comunismo, que traz também a imagem do Cristo.
É claro para mim que o "articulista" não entende nada de história ou sociologia. Jamais poderia, portanto, fazer qualquer comparação do martírio de Jesus, em relação ao martírio de camponeses e operários explorados ao longo do tempo.   Mas daí a fazer algumas de suas declarações, como tentar dizer que Morales ofendeu católicos ou que o Papa não o representa, soa para mim como confissão de "pequenez d'alma".
Pronto é minha opinião.  Se ele pode dar a dele, lida por tantos, eu posso dar a minha, lida por apenas alguns amigos.
Mas ele termina com uma pérola.  Pede o próximo Papa, como quem não vê a hora que o atual morra. Esse é o típico pensamento cristão e humano da pseudo direita.

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