terça-feira, 24 de novembro de 2009

Pesquisas Eleitorais


As últimas notícias relativas à pesquisa de intenção de votos para a presidência da república mostra um aumento nos percentuais da ministra Dilma Russef, candidata do Presidente Lula à sucessão.

Estariam ajudando algumas indefinições (Serra, Aécio), a divisão de votos provocada pelo ingresso de alguns candidatos como Ciro Gomes e Marina Silva ou ela realmente tem caído na graça das pessoas?

As discussões começam a tomar corpo neste sentido nos principais círculos de discussão politica.

Visita


Um país que já recebeu Bush, líderes questionáveis de diversos paises, como o próprio líder de Israel com sua promoção de opressão constante contra o povo Palestino, fica agora barulhento pela visita do iraniano Ahmadinejad.
A política externa brasileira nunca esteve tão bem e este diálogo aberto com todas as nações é o que torna tão especial a democracia.

Vasco


Hoje tive a imensa felicidade de visitar o velho Vasco no hospital. Claro que a felicidade é muito diferente do que seria aquela felicidade de uma visita na sua casa, acompanhada dos grandes papos que ele proporcionava. Esta felicidade de hoje, está associada ao fato de revê-lo, de relembrar todas as coisas aprendidas na sua companhia e de pensar na sua história.
Meus respeitos, minhas orações e minhas sinceras homenagens.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Importância dos Avanços

Fantástico este vídeo. Assista.
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Afastamento


Andei afastado estes dias. Interessante como ficamos escravos dos computadores, não? Já estava com saudades de acompanhar meus e-mails, de escrever meus artigos no blog, de enviar algumas mensagens interessantes como a festa do papel em Portugal e outras coisas.
Foi bom voltar, visitar os blogs do Messias, do Romildo... receber as mensagens do Sr. Moacir Marques, do Dr. Nelson Seixas, do José Antônio D'Ângelo... as coisas incríveis que me mandam o Juarez, o Sevilhano... as preocupações do Schiavinatto e tantas novidades em forma de recados rápidos.
Junta-se a isso uma porção de outras coisas como filminhos, correntes e até muita inutilidade. Mas é muito importante viver este mundo digital.
São muitos e-mails todos os dias, nos trazendo a visita amiga de tantos que como a gente lutam no dia-a-dia e que ficariam no esquecimento se dependêssemos dos encontros físicos que quase nunca se dão.
Enfim, no meio de tanta política, filosofia, marketing e outras coisas, vou destacar uma mensagem muito interessante. Uma frase atribuída a Chico Xavier.
"Quando Deus lhe tira algo das mãos, não o está punindo, mas arrumando espaço para coisas melhores que estão à caminho".
E eu sou prova viva disto.
Abraços, meus amigos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Área Azul e Ruas do Centro da linda Rio Preto


Eu acho importante que existam regras, controle e algum tipo de critério para isto ou aquilo. Mas eu não engulo esta tal de àrea azul desde o tempo em que eu ainda não dirigia.
As cidades, sempre mal planejadas, criaram, dentre outros, o problema do trânsito caótico e centralizado. Depois, querem resolver isto de uma só vez com a cobrança de taxas para estacionamento, sob a desculpa de se buscar a rotatividade do uso das vagas.
Sei que isso é mundial. Existem parquímetros e outras coisas parecidas nas mais sérias e respeitáveis metrópoles da Terra.
Contudo, imaginemos a situação de um comerciante que trabalha na área central. Deve deixar seu carro em estacionamentos mensais para evitar a cobrança, o esquecimento e outras dores de cabeça. Com isso, teoricamente, a vaga em frente ao seu estabelecimento, ficaria livre para seu cliente, o que também não acontece.
Não são só comerciantes, comerciários e clientes que visitam as ruas centrais. Também o fazem trabalhadores que precisam frequentar bancos, fórum, correios, escritórios e outras repartições.
Mas tudo bem se ao concordarmos com a cobrança, tivéssemos a certeza de que o uso das vagas seria democratizado e o serviço funcionasse como mecanismo de combate ao desemprego.
O que vejo acontecer? Toda vez que estaciono no centro, perco o maior tempo à procura de um agente da área azul ou então entro de bar em bar até achar um que venda o talão. Neste sentido, fica prejudicada a questão do emprego.
Ouço ainda os amigos dizerem: "Prefiro ir ao shopping, pois lá não tem área azul e meu carro fica protegido", o que na minha visão, prejudica o comércio do centro e consequentemente outro tipo de empregados que dali tiram seu pão.
Nem por isso há vagas.
Lembro que uma vez quis criar uma discussão envolvendo os colegas corretores de seguros. Se a prefeitura cobra para eu estacionar o carro, deveria garantir-lhe a integridade no caso de abalroamentos, roubos e outras ocorrências. Que a taxa fosse pelo menos equivalente a um seguro. "Absurdo".
E assim vamos ficando e a cada ato do sr. prefeito, uma nova área se junta à anterior e daqui a pouco, vamos deixar nossos carros o mais distante possível do local de nosso destino, o que não seria tão ruím se pensássemos exclusivamente na questão ambiental.
O problema maior consiste em: a) Quem ganha com a área azul já que não são os comerciantes, nem os usuários do comércio local, nem o trânsito que não desafoga e pelo jeito, também não os agentes da própria área azul? b) Qual o destino desta arrecadação? Será o mesmo do valor cobrado a quem deseja panfletar, realizar pesquisas ou fazer qualquer tipo de divulgação de seu trabalho nas ruas do centro? Sim, pois defronte ao terminal (Rua Pedro Amaral), até ontem na minha cabeça via pública, quem quiser divulgar seu trabalho com panfletagens deve recolher R$ 300,00 no mínimo por 15 dias de trabalho não negociáveis.
Voltando a falar de controles e critérios, o meu medo é que tudo acabe fugindo ao nosso controle e passemos a ter, como critérios, o simples desejo de arrecadar cada vez mais, sem justificar e sem apresentar as devidas prestações ao munícipe.

domingo, 8 de novembro de 2009

Pelo Fim do Voto Secreto


Campanha do amigo Nelson Gonçalves... E você? Qual sua opinião a respeito?




Já passou da hora de se acabar na Câmara Municipal de São José do Rio Preto com o famigerado voto secreto. Como jornalista, cidadão e ex-assessor de imprensa e ex-diretor da TV Câmara local, posso falar com propriedade sobre o problema. Desde que cheguei em Rio Preto, em 1990, acompanho os trabalhos e as sessões da Câmara Municipal. Da mesma forma que acompanhei, em função das minhas atividades profissionais o trabalho de dezenas de outras câmaras municipais (Araçatuba, Marília, Bauru, Presidente Prudente, Presidente Epitácio, Assis, Paraguaçu Paulista, Birigui, Jaú, Mendonça, Bady Bassitt, Cedral, Catanduva, Nova Aliança, Sales, Ibirá, Potirendaba e tantas outras).

A Câmara de São José do Rio Preto deveria entrar para o Guiness por causa da quantidade de honrarias que a Casa presta. Indiferentemente se são justas ou não, primeiramente é preciso esclarecer que são mais de sete diferentes tipos de honrarias que a Casa tem poder de conceder, a saber:

1) Título de cidadão honorário Rio-pretense;

2) Título de Reconhecimento Público;

3) Medalha 19 de Julho;

4) Medalha de Mérito Comunitário;

5) Medalha do Brasão do Município;

6) Medalha Militar Ivo Serigato;

7) Diploma de Gratidão da Cidade ;

8) Diploma de Comendador da Ordem do Brasão do Município;

9) Medalha do Sesquicentenário (quando a cidade completou 150 anos)

Não existe no Brasil, e com certeza no mundo inteiro, nenhuma outra câmara com poder de conceder tantos tipos diferentes de honrarias. Só para exemplificar: a Câmara dos Vereadores de São Paulo, maior cidade brasileira, só dispõe de dois tipos de honrarias: o título de Cidadão Paulistano (concedido no último dia 2 de outubro para o rio-pretense Antônio Aguillar) e a Medalha Padre Anchieta. E assim posso garantir que ocorre na maioria das demais cidades brasileiras. Araçatuba e Marília, por exemplo, é só o título de Cidadão Honorário e mais nada.

A forma de votação dessas honrarias é aberta em todas as câmaras municipais das cidades por onde atuei como jornalista. O eminente deputado Walter Feldman quando presidiu a Assembléia Legislativa de São Paulo acabou com todo tipo de votação secreta naquela Casa de leis. Dizia que se o “mandato é público, o voto tem também que ser público”. E com toda razão. Tudo que é secreto no poder público tem-se a nítida impressão de que se trata de alguma “maracutaia”, de que os parlamentares estão tramando alguma coisa errada.

E a votação secreta da concessão dessas honrarias na Câmara Municipal tem causado enormes prejuízos à sociedade. A começar pela concessão de títulos, de medalhas, diplomas sem qualquer tipo de discussão ou avaliação criteriosa. Sei e posso afirmar, até com exemplos se necessário for, de várias concessões que viraram motivos de chacotas e piadas que certamente entraram para o folclore político da cidade.

Teve um cabeleireiro recém-chegado à cidade que ganhou uma dessas medalhas sem sequer ter feito um corte de cabelo de graça ou alguma benfeitoria para a cidade. Mas, como era amigo e cabo eleitoral do vereador autor da proposta da concessão, lhe foi concedida tal homenagem. No dia da entrega só compareceu ele, seus familiares e o vereador autor.

Um caso pior ainda foi o de um piloto de avião que recebeu uma dessas medalhas, à custa do bolso do povo, só porque deu uma carona para o vereador autor da proposta de homenagem. E ao receber a medalha o piloto confessou em seu discursou que era o segundo dia que vinha à cidade. Tinha vindo antes apenas para dar carona ao vereador. Não faz muito tempo um vereador propôs e a Câmara aceitou (digo aceitou porque não existe qualquer tipo de discussão ou votação sobre essas concessões de honrarias) dar uma dessas honrosas medalhas para o cidadão que não pode recebê-la porque dias depois foi preso. Por ai dá para se ver que não existe avaliação ou critério na escolha.

A concessão dessas honrarias da forma como vem sendo feita virou uma moeda de troca de favores, à custa dos cofres públicos. Tem alguns vereadores, como já fez no passado o vereador Marco Rillo, argumentando ser contra se votar a concessão da honraria em forma aberta porque seria um constrangimento muito grande para o homenageado e sua família no caso de uma eventual rejeição pelo plenário. Com relação à denominação de ruas, avenidas e logradouros públicos não há o que temer, mesmo porque lei federal já impede de que se dê nomes às pessoas vivas.

Acompanhei certa vez na Câmara de Araçatuba a votação da concessão do título de Cidadão Honorário para um ex-diretor da Polícia Civil, proposto na época por um vereador que também era delegado de Polícia. Foi constrangedor ver o delegado ser questionado em público se aquela proposta era para “puxar o saco” do chefe dele. Mas o vereador-delegado sobressaiu-se muito bem. Contra-argumentou que o diretor tinha feito muito mais pela cidade do que muitos vereadores que ali questionavam a concessão da honraria. E comprovou com números os benefícios trazidos pelo diretor à cidade. No final, com voto contrário de dois vereadores, a proposta foi aprovada. Mas o mais bonito de tudo foi que no dia da entrega todos os vereadores estavam presentes ao ato.

Em São José do Rio Preto é vergonhoso o que acontece com as entregas dessas honrarias. Melhor mesmo seria não dá-las. Já presenciei inúmeras vezes usar-se toda a estrutura da Casa (luzes, ar condicionado, funcionários, expedição de convites, TV Câmara, cafezinho, tapete vermelho, flores, fotografias, coquetel, orquestra, etc), às custas evidentemente do erário público, para a entrega de honraria onde se fazia presente apenas um vereador: o autor da proposta. Isso sim é que um descaso e constrangimento para qualquer homenageado.

Não quero me alongar mais no assunto, pois seria capaz de elencar ainda vários outros argumentos para acabar de vez com o voto secreto numa Casa de Leis que representa os anseios do povo. E o povo, com certeza, não quer ver nada sendo feito às escondidas, como troca de “favores secretos” para alguns vereadores.



Nelson Gonçalves, jornalista

sábado, 7 de novembro de 2009

Você aprende...

Vale à pena rever este vídeo...
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Por que blogs?


Bastante comprometida com alguns setores econômicos ou mesmo com governos, parte de nossa imprensa nem sempre exerce sua responsável tarefa de bem informar e botar "às claras" certas situações.
Como sempre estive envolvido em política, pude e posso constatar isso ao ver determinados homens públicos "bravos" e honestos, buscando trabalhar em prol da população e por isso serem desprezados pelos jornais.
Se estiverem contrários a determinadas empresas, atitudes do governo ou envolvidos em assuntos que atinja grandes patrocinadores dos jornais e TV, seu trabalho ficará sempre diminuído, quase imperceptível. Em suma, passará em branco.
Por coisas como essas, ainda que em determinados níveis diferentes, foram criados os blogs. Mais perto da verdade por estarem descomprometidos ou não terem "rabo preso", trazem alguns fatos de forma mais completa apesar da simplicidade e tamanho reduzido de sua redação.
Dou um exemplo atual desse "descompromisso" da imprensa em criar debate importante. A Prefeitura de Rio Preto está mandando para a Câmara um projeto que deverá ser aprovado sem maiores problemas. E está claro que o assunto pede atenção e mesmo assim nossa imprensa não deve fazer o "barulho" que seria oportuno.
Trata-se da concessão por mais 10 anos do serviço público de transporte coletivo urbano que deveria ser acompanhado pela população de forma participativa, coisa que alguns pouquíssimos vereadores, com certeza tentarão fazer, mas não receberão o respaldo que precisam até serem engolidos pelo bloco fechado de apoiadores incondicionais do prefeito.
Tenho me surpreendido com alguns "homens de fé", "homens de ideal" que passam por cima de antigos discursos, desprezando o debate e simplesmente trocando favores. Penso que esteja faltando a presença de certos grupos como o combativo GEAPOL que não deixava barato um ato de incoerência, cobrando nas Igrejas e missas ao vivo e em público a postura de seus "representados". Será que vamos ter que recriá-lo?
No entanto, quero destacar o trabalho de pelo menos dois vereadores: Marco Rillo e Pedro Roberto, que ultimamente têm sido engolidos pelo bloco de "governistas", mas cujo discurso e postura não mudam. Ao destacar dois, não excluo outros que mantém postura crítica. Mas é preciso procurar com lupa, ao passo que o trabalho do Marco e do Pedro, são visíveis a quem acompanhe de perto.
Convido, portanto, aos amigos e visitantes a assistir às sessões da Câmara às terças-feiras pelo rádio FM 160,7. Sem cortes ou edições, dá pra ter uma idéia melhor do que fazem estes senhores tão bem pagos para cuidarem do que é de todos.

Marvão, Portugal.


Quero mostrar um pouco da bela terra portuguesa. E começo logo por aqui. Marvão, situada a 850 m de altitude, no cume de um monte bastante alto. Cidade muito bem restaurada, escalar suas ruas é um prazer imenso. Bastante pequena e pouco povoada, a cidade parece “fantasma”. Por isso mesmo, passar por ali alguns dias é imprescindível para quem gosta de relaxar ou refletir sobre a vida. Isso tudo sem falar na perfumada culinária portuguesa. Haja alecrim.

A rainha caipira.

A partir de hoje, me dedicarei a publicar, de quando em quando, contos e crônicas escritos por meu pai, Carlos Alberto Gomes, que assina com...