Imagem: CTB |
Ao afirmar que o Brasil teria
feito um acordo com a China para a construção de bombas atômicas e
que pediu intervenção dos Estados Unidos para impedir isso,
Bolsonaro não apenas divulgou informações falsas, mas também traiu os
interesses do país que um dia jurou defender.
Em um surto de confusão
mental e paranoia, Bolsonaro afirmou que os 37 acordos
assinados entre Brasil e China durante o G20 incluíam a construção de armas
nucleares.
Ele ainda revelou que repassou
essa informação falsa para a equipe do ex-presidente dos EUA, Donald
Trump, alegando que o Brasil precisava de intervenção externa para
evitar se tornar uma "nova Venezuela".
Essas declarações são gravíssimas
por vários motivos, dentre eles o fato de que não há qualquer evidência de que
o Brasil tenha firmado acordos com a China para a construção de bombas
atômicas. Bolsonaro inventou uma narrativa absurda para justificar sua traição.
Ao pedir intervenção estrangeira,
Bolsonaro violou o princípio básico da soberania nacional, que
garante ao Brasil o direito de tomar suas próprias decisões sem interferência
externa.
Suas declarações alimentam teorias
da conspiração e tentam minar a credibilidade do governo atual, criando um
clima de desconfiança e instabilidade.
As ações de Bolsonaro não são
isoladas. Seu filho, Eduardo Bolsonaro, Deputado que vive no exterior,
tem se dedicado a uma articulação golpista nos Estados Unidos,
buscando apoio de políticos da extrema direita para pressionar o governo
norte-americano a adotar sanções contra o Brasil e interferir nas investigações
do STF.
O objetivo é claro: livrar Jair
Bolsonaro da prisão e reabilitá-lo politicamente para um eventual retorno ao
poder.
Essa estratégia é um ataque direto
à democracia brasileira.
Ao buscar apoio externo para
desestabilizar o governo e o Judiciário, a família Bolsonaro comete um ato
de lesa-pátria, colocando os interesses pessoais acima do bem-estar
do país.
Diante dessas ações, é fundamental
que as instituições brasileiras ajam com firmeza.
O deputado Rogério Correia
(PT-MG) já apresentou uma representação à Procuradoria-Geral
da República, pedindo a investigação de Eduardo Bolsonaro e a apreensão de
seu passaporte.
Essa medida é essencial para
coibir tentativas de interferência externa e garantir que a justiça seja feita.
As declarações e ações de Jair
Bolsonaro e sua família são um atentado à soberania nacional e à democracia
brasileira.
Ao inventar acordos inexistentes,
pedir intervenção estrangeira e articular golpes com apoio externo, eles
demonstram um completo desrespeito pelo país e pelas instituições que deveriam
proteger.
É hora de dizer basta.
A sociedade brasileira não pode
tolerar atos de traição e desestabilização.
Que as autoridades ajam com rigor
para garantir que esses crimes não fiquem impunes e que a democracia prevaleça.
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