Imagem: Opera Mundi |
Mais uma vez, Israel demonstra sua
face mais cruel ao romper o cessar-fogo e retomar os bombardeios em Gaza na
madrugada desta terça-feira.
O resultado? Um massacre que já deixou 413
mortos, segundo o Ministério da Saúde do território palestino.
A maioria das vítimas? Crianças e
mulheres, os mais vulneráveis em um conflito que já dura décadas e só parece
escalar em violência e desumanidade.
Enquanto o mundo assiste
passivamente, Israel continua a agir como um Estado acima da lei, ignorando
acordos internacionais e pisoteando os direitos humanos mais básicos.
O que justifica o assassinato de
crianças? O que explica a destruição de lares, hospitais e escolas? Nada.
Absolutamente nada.
A justificativa de
"defesa" ou "segurança" não se sustenta diante de tamanha
barbárie.
Gaza, um território sitiado e
sufocado por um bloqueio desumano há anos, não tem como se defender.
Sua população vive em condições
precárias, sem acesso a recursos básicos como água, energia e medicamentos. E,
em vez de buscar a paz, Israel escolhe a guerra, a destruição e a morte.
É um ciclo de violência que só
beneficia os interesses de um Estado que age com impunidade, apoiado por
potências que fecham os olhos para o genocídio em curso.
É hora de o mundo acordar e
denunciar essa brutalidade.
Israel não pode continuar agindo
como um Estado acima das leis internacionais, cometendo crimes de guerra sem
qualquer consequência.
A comunidade global precisa parar
de financiar e apoiar essa máquina de morte.
Enquanto isso, o sangue de
crianças e mulheres palestinas continua a ser derramado, e o silêncio cúmplice
dos que poderiam agir ecoa como uma traição à humanidade.
Chega de impunidade. Chega de
violência. Chega de Israel agindo como se fosse intocável.
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