terça-feira, 18 de março de 2025

Israel e a Brutalidade que o Mundo Não Pode Ignorar

 

Imagem: Opera Mundi

Mais uma vez, Israel demonstra sua face mais cruel ao romper o cessar-fogo e retomar os bombardeios em Gaza na madrugada desta terça-feira.

 O resultado? Um massacre que já deixou 413 mortos, segundo o Ministério da Saúde do território palestino.

A maioria das vítimas? Crianças e mulheres, os mais vulneráveis em um conflito que já dura décadas e só parece escalar em violência e desumanidade.

Enquanto o mundo assiste passivamente, Israel continua a agir como um Estado acima da lei, ignorando acordos internacionais e pisoteando os direitos humanos mais básicos.

O que justifica o assassinato de crianças? O que explica a destruição de lares, hospitais e escolas? Nada. Absolutamente nada.

A justificativa de "defesa" ou "segurança" não se sustenta diante de tamanha barbárie.

Gaza, um território sitiado e sufocado por um bloqueio desumano há anos, não tem como se defender.

Sua população vive em condições precárias, sem acesso a recursos básicos como água, energia e medicamentos. E, em vez de buscar a paz, Israel escolhe a guerra, a destruição e a morte.

É um ciclo de violência que só beneficia os interesses de um Estado que age com impunidade, apoiado por potências que fecham os olhos para o genocídio em curso.

É hora de o mundo acordar e denunciar essa brutalidade.

Israel não pode continuar agindo como um Estado acima das leis internacionais, cometendo crimes de guerra sem qualquer consequência.

A comunidade global precisa parar de financiar e apoiar essa máquina de morte.

Enquanto isso, o sangue de crianças e mulheres palestinas continua a ser derramado, e o silêncio cúmplice dos que poderiam agir ecoa como uma traição à humanidade.

Chega de impunidade. Chega de violência. Chega de Israel agindo como se fosse intocável.


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