Imagem: Agência Brasil |
O presidente Luiz
Inácio Lula da Silva está realizando, nesta semana, uma visita oficial ao
Japão, marcando o reaquecimento das relações bilaterais após anos de
negligência diplomática.
A viagem não só
reforça os laços históricos entre os dois países, mas também abre portas para
investimentos em tecnologia, comércio e sustentabilidade.
A última visita
de um presidente brasileiro ao Japão foi em 2016 (Dilma Rousseff).
A visita de Lula
é um sinal claro de que o Brasil está de volta ao cenário internacional após o
isolamento do governo anterior.
Estão sendo
fechadas parcerias em energia limpa (hidrogênio verde), agropecuária
sustentável e infraestrutura.
Vale lembrar que
o Japão é o 5º maior comprador do agronegócio brasileiro. Lula busca
ampliar esse mercado.
A vistia também
visa trazer investimentos com empresas japonesas (como Toyota e Mitsubishi)
que já operam no Brasil e podem expandir projetos.
Diálogo sobre programas de combate à fome (experiência
brasileira) com a tecnologia japonesa em saúde pública e intercâmbio educacional
(bolsas para estudantes brasileiros) são outra importante vertente nas
conversas.
Já foram assinados memorandos em bioeconomia e descarbonização,
uma cooperação em defesa cibernética e uma declaração conjunta de compromisso
com a paz global e reforma da ONU.
A visita ainda desmonta
narrativas bolsonaristas de que Lula só visita ditaduras.
O Japão é
uma democracia aliada dos EUA, e a viagem foi celebrada pela mídia
internacional.
Lula negociou
a abertura do mercado japonês para carne brasileira (setor que
Bolsonaro dizia "proteger").
Diplomacia não é
sobre escolher lados, mas criar pontes.
O Brasil confirma
que está de volta no cenário mundial.
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