Hoje, 25 de março de 2025, começa no STF um dos
julgamentos mais importantes de nossa história.
A Primeira Turma, formada por ministros como
Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, analisa a denúncia da PGR
contra Jair Bolsonaro e sete aliados por tentativa de golpe de Estado.
As provas são esmagadoras e se dividem em gravações
de reuniões no Palácio do Alvorada onde se discutia intervenção no TSE, documentos
que comprovam o plano para decretar estado de defesa e fechar o Congresso e depoimentos
de militares e ex-aliados confirmando a articulação golpista
Este julgamento vai definir se nosso país aceita
que presidentes tentem derrubar a democracia sem consequências, ou se mostra
que as instituições funcionam.
Os bolsonaristas já começaram a espalhar mentiras. Dentre
elas que não houve crime.
O próprio ex-ministro da Justiça de Bolsonaro
confirmou o plano. As gravações não deixam dúvidas.
Também tentam fazer colar a tese de que é perseguição
política.
A PGR levou muito tempo, coletando páginas de
provas, incluindo testemunhas do próprio governo Bolsonaro.
E por fim, tentam a tese de que o STF é parcial.
Pelas regras do Supremo, se o relator faz parte de
uma das Turmas, ao liberar para julgamento uma matéria, ele encaminha para o
colegiado ao do qual é parte. No caso, a primeira turma.
Toda a população brasileira precisa acompanhar de
perto esse julgamento, porque democracia se defende todo dia.
Mas enquanto você está lendo isso, bolsonaristas
estão organizando campanhas de desinformação.
Grupos extremistas de direita, estão tentando transformar os golpistas
em vítimas.
Por isso, não deixe que reescrevam a história. Faça
sua parte acompanhando a transmissão ao vivo, compartilhe informações
(verificadas), use nas suas redes sociais a #DemocraciaSemGolpe e cobre os seus
representantes políticos (vereadores, deputados etc.) a que se manifestem.
Este não é só um julgamento. É um teste para nossa
democracia.
È sempre bom lembrar dos 700 mil mortos na pandemia, dos ataques às instituições em 8 de janeiro, do plano pra assassinar o presidente eleito democraticamente, dos pedidos para intervenção militar ou estrangeira no nosso país.
Agora é hora
de mostrar que o Brasil aprendeu com seus erros.
Justiça não é vingança. É garantia de que não
repetiremos o passado.
E a corrupção? Quanto custaram os militares que estavam com Bolsonaro? Cerca de 6000 militares ocupavam órgãos públicos.
ResponderExcluirEstamos na hora da virada acontecerá.