Abril já se foi. O quarto mês do ano já era. Como o tempo voa!
No dia 3 de abril, coloquei no blog o contador de visitantes para ter uma idéia do quanto este blog era acompanhado.
Considerando que o meu micro não registra as minhas próprias visitas, estou bem animado.
O blog fechou o dia 30 de abril com 153 visitas. Uma média de praticamente 6 visitas ao dia.
Isto é um incentivo para continuar com este trabalho que busca divulgar a minha e a sua opinião.
Mecanismo livre de censuras e sem restrições, os blogs constituem hoje num importante elo de comunicação de "massas".
Ainda estou buscando isto, mas quero triplicar este número urgentemente.
Por isso insisto a que você divulgue aos amigos e visite diariamente, deixando aqui sua opinião sobre os principais fatos, sobretudo ligados à política.
sábado, 2 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Sem educação, para aonde vamos?

Texto enviado pelo mais novo amigo, Prof. Antônio Cáprio de Tanabi. Para reflexão, análise e comentários dos visitantes e leitores do blog.
A Humanidade só existe em razão da educação transmitida, séculos a fio, de pessoa a pessoa, sejam quais forem os instrumentos ou ferramentas. A cultura é específica de cada povo, de cada agrupamento sociológico e se remonta de forma contínua na linha do tempo. Humanidade e cultura se associam de forma inseparável, parecendo paralelas geométricas onde desvios não são aceitos nem podem existir sem o perigo de se comprometer todo o sistema.
Educação é uma outra história. É uma atividade humana que necessita da cultura para se alçar e progredir, continuamente, não se admitindo curvas ou retrocessos. Deve ser uma linha perpétua, contínua, evolutiva, envolvente, cuidadosa e seletiva, embora não se destine a nenhuma pessoa isoladamente e ao mesmo tempo ao cidadão como exemplar único de um grupo social, seja ele diminuto ou todo o povo de um território, agregado e ligado à população do mundo.
Educação é, portanto, um legado, uma herança e como tal deve ser aprimorada, cuidada, trabalhada de forma a que as gerações futuras sejam parte integrante e ativa dos elos de ligação que há séculos se interligam e formam todo um processo evolutivo-educacional.
Cultura e educação se diferenciam em muitos aspectos. Um e outro podem se manifestar de forma separada, estanque e ao mesmo tempo podem se unir e, segundo a regra das paralelas, caminharem juntas com mais força, mais intensidade, mais resultados, e juntas, escreverem o futuro de um povo, de um pais.
Evoluímos, entendendo que a involução é impossível, em qualquer situação ou processo. E na educação, o que dizer da fase atual que atravessam nossas escolas brasileiras? O que dizer do aluno apático, sem propósitos ou sonhos, sem estímulos em buscar conhecer e cultivar a sua cultura, a cultura de seu povo e a educação como um legado que pode ajudá-lo a alcançar degraus significativos na sociedade humana onde ele está inserido? O que dizer fazer e pensar com relação a nossos professores, em todos os graus de ensino e mais diretamente aos militantes no ensino fundamental?
A China deposita basicamente no ensino fundamental toda sua força que advém de seu passado, de sua cultura, de seu respeito para com o conhecimento, mola propulsora do mundo moderno. O professor é o único que não precisa reverenciar o Imperador. O professor é o mestre, é o condutor das linhas da cultura e da educação. É o guardião do passado, o administrador do presente e o gerador do futuro.
O Brasil é um país ‘jovem’, mas velho o suficiente para pensar seriamente em sua cultura e na educação de seu povo. Fomos ‘descobertos’ em 1500. Os Estados Unidos formados em 1492. Tomados estes dados como exemplos, por que tanta diferença entre os dois povos. Não creio que as dificuldades de ambos sejam histórica, social e economicamente, muito diferentes embora com algumas variações.
Esta ação de dar migalhas para mitigar a fome sem ensinar a pescar vai acabar com o que de pouco temos no campo da cultura e transformar a educação num mero passatempo escolar cuja atração é, ainda, a merenda escolar e em breve um pólo de revoltas e agressões, como já se vê em inúmeros estabelecimentos escolares, onde os direitos são muitos e os deveres, poucos ou quase nenhum.
Houve tempo que bolsa era um equipamento para guardar livros e cadernos para estudo. Hoje, é sinônimo de pouco ou nada fazer. Alerta, brasileiros.
Tanabi, abril de 2009.
Professor Antonio Caprio
Analista político.
sábado, 25 de abril de 2009
Indignação só vale com ação.

Mais uma vez o cenário nacional nos deixa "alegres".
Primeiro o escândalo envolvendo o uso de passagens compradas aos parentes e familiares dos Deputados com dinheiro público. É de fazer tremer, não é? Na sequência, as palavras de baixo calão disparadas por um homem público como o ex-ministro Ciro Gomes, também demonstram que há mais coisas a serem alvo de nossa atenção.
Outra questão triste, diz respeito ao Supremo Tribunal e seus "semi-deuses". Um bate-boca desproporcional no que seria um ambiente "sagrado" da nossa Justiça.
Na verdade, verdadeira mesmo, nada de novo. Quem é que não tem visto na mídia escândalos atrás de escândalos no Congresso, Senado, Ministérios (lembra do uso dos cartões?) e as contradições do Supremo no Caso Satiagraha, dentre tantas outras.
Eu só queria ver a mesma inflamação popular, sobretudo de meus amigos, quando o assunto é nossa Câmara Municipal. Os desmandos e absurdos cometidos tão pertinho de nossas casas e que passam muitas vezes em silêncio.
Se não dá tempo nem dinheiro para irmos à Brasília gritar na orelha de um escomungado desses, dá tempo e não se gasta para irmos até nossas Câmaras Municipais a exemplo de uma pequena cidade no Pernambuco onde as galerias chegam a ficar lotadas.
Temos o hábito de desacreditar o político, mas deixamos que corram à solta, inclusive aqueles que foram premiados com nosso voto. E esta falta de acompanhamento, fiscalização e cobrança são o principal fator de "geração de corruptos".
Somos bons em reclamar, julgar e bradar, mas na hora do agir, somos os mesmos acomodados de sempre.
Essa minha observação não diminui o grau de erro que verificamos nestes eventos, mas estabelece um pouco de responsabilidade sobre os mesmos. É fácil fazer como eu faço aqui: reclamar, ainda que por escrito e em público, sem envolver-me de perto e dentro do próprio cenário no que seria uma atitude mais concreta de democracia e civilidade.
Ou seja... eu e você, vamos continuar reclamando, falando, escrevendo, julgando, analisando e divulgando nossa opinião, mas também, vamos juntos cobrar e de perto, aqueles que nós mesmos nomeamos para estarem lá.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Filas de Bancos
O vereador Pedro Roberto (PSoL), autor da Lei que determina tempo máximo de espera na fila dos bancos, me encaminhou nesta semana um e-mail que mostrou que apenas 6% das multas foram pagas.
Em 4 anos de existência da Lei, entraram R$ 413 mil nos cofres públicos do município dos quase R$ 7 milhões que foram apurados. Muitos desses processos ainda se encontrarm aguardando decisão e outros estão com recursos.
O vereador ressaltou o apoio do Diretor do Procon Sérgio Parada e de Edson Favaron, Diretor do Sindicato dos Bancários.
Pedro Roberto deverá fazer "blitz" nos bancos nos próximos dias, mas está claro que ainda somos nós os principais fiscais.
Os nossos sinceros cumprimentos ao vereador pelo seu sério trabalho.
Feriados e Facultativos

Recebi esta importante contribuição do amigo médico e ex-deputado federal Nelson Seixas.
Até o povo se aborreceu com tanta folga, até mesmo sem ter o que fazer. Desta feita até o empresariado chiou, pois está causando prejuizo econômico à nação.
Temos Feriados demais no país: religiosos, federais, estaduais e municipais. Além disso, criaram-se: pontes, recessos, semana do saco cheio. Agora, vem prefeitos, para fazer média demagógica com o funcionalismo público municipal, criando muitos pontos facultativos.
E como ficam os empregados privados, que não gozam dos benefícios dos pontos facultativos. Enquanto uns brincam nos dias de Carnaval, os outros têm que malhar. E olha que são os mais pobres, que ganham menos e que trabalham (e até sustentam) mais, num país em que o Art. 5º da sua Constituição diz que "todos são iguais perante a Lei". Eta mentira deslavada.
Ah! se todos trabalhassem nesse País, ele seria uma grande potência.
Como se não bastasse essa discriminação, até temos diferenças nos tempos de trabalho para aposentadoria, nas jornadas de trabalho, nos salários, nas aposentadorias (porque militares sobem de patente para se aposentar? e os funcionários do Senado sobem de referência?).
Porque os que fazem atividade meio (assessores, coordenadores, supervisores, e o diabo) pouco trabalham e ganham muito mais do que os que exercem atividade fim (os que põem a mão na massa: professores, profissionais de saúde, soldados rasos - são mal remunerados e pouco estimulados para o serviço)."
Nelson de Carvalho Seixas
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Darwin explica...
Este vídeo vale à pena... O surpreendente empenho do passarinho para "fisgar". Abraços
O importante é ter saúde...

Recebi do sempre presente e oportuno amigo Nelson Seixas, grande Homem de nossa cidade, o livreto: SESI - qualidade de vida para você.
A obra traz dicas, comentários e observações sobre diabetes, hipertensão, obesidade e outros males, sempre acompanhados de recomendações inclusive com relação a alimentos e exercícios.
Divertido, leve e muito útil, o pequeno livro pode ser retirado no SESI da Represa Municipal e com certeza deverá fazer parte do dia-a-dia das pessoas.
Viverá em minha pasta e desta para o porta-luvas do carro.
Muito bom.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Comentários...

Acabei de ler e recomendo... "O dia em que Jesus pilotou um avião" do jornalista Júlio Cezar Garcia. Suas prosas são um verdadeiro brinde.
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O texto do Marcelo sobre pedofilia, logo abaixo, está incrível, como aliás tudo o que ele produz. Peço que ninguém deixe de ler e divulgar.
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Lembro-me do João Herman, Deputado Federal por São Paulo quando entrei no PPS. Morreu neste final de semana em Campinas. Lembro-me também dos meus sonhos frente a um partido que parecia avançado, pelo menos em Rio Preto. Bons tempos idos.
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Gostei da piada do Simão na Folha este domingo. Ele falava de um menino que confundira Jesus como sendo o nome de um coelhinho da Páscoa. Assim como o Natal, a maior festa cristã parece ter dado lugar à farra do comércio. É como um amiguinho do meu filho que por estar com virose, não ia ter "páscoa" (ovo) este ano. Êta pais avançados...
Capitalismo e as Bruxas de Salem

Por
Marcelo Gomes
Não é incomum vermos em nossos noticiários o aparente crescimento de casos de abusos sexuais contra crianças. A chamada pedofilia parece ter virado moda. Ou, se não virou, ao menos agora parece que as vítimas possuem mais coragem para denunciar seus agressores. Quem sabe até as autoridades estão mais ágeis e competentes. De qualquer forma, manchetes ganham tom de histeria e a mídia joga todo o foco de sua “iluminação” nestes delitos, promovendo uma atmosfera moralizante que se assemelha a caça às bruxas. A mais recente ocorrendo em Catanduva, uma cidadezinha insular cercada de canaviais por todos os lados como tantas outras aqui de nossa região. Este artigo se propõe, no entanto, fazer uma análise um tanto indigesta sobre tais fatos.
Primeiramente, como não poderia deixar de ser, façamos uma breve constatação a respeito do primeiro objeto. No caso, a pedofilia. Somente depois discutiremos o capitalismo. Etimologicamente a palavra tem sua raiz grega e não inspira tanta gravidade (a não ser pela carga negativa que adquiriu recentemente). Na Grécia não era um escândalo tão grande assim adultos terem desejos por crianças e adolescentes, inclusive do mesmo sexo. Alguns banquetes na antiguidade clássica acabavam geralmente com sobremesas orgíacas e não era raro que se considerasse uma honra ser iniciado pelo seu mestre (até mesmo mestres filósofos) na arte da concupiscência. Mas o mundo, aparentemente, vai mudando e se transformando para melhor (é o que dizem os positivistas e otimistas ingênuos). O monopólio da fé, quando o Estado se confundia com a igreja (hoje se confunde com as igrejas) na Idade Média, deve ter garantido aos clérigos outros tantos banquetes assim com jovens e crianças. O aliciador deixou de ser o mestre do logos para se tornar o mestre evangelista. Essa prática, ao que tudo indica, continua de forma renitente a imperar em seminários e congêneres religiosos. Sabe-se que religiosos são, em sua maioria, invariavelmente reprimidos e por isso as galerias e alcovas representam um ótimo e sigiloso lugar para que seu Id possa se manifestar. Crêem os otimistas que essas práticas vêm declinando com o proporcional declínio das religiões institucionalizadas. De qualquer forma, não é raro que tais práticas outrora recobertas com o manto da sabedoria (no caso da pedagogia grega) ou com o manto sagrado da fides (no caso dos seminários – nome inclusive sugestivo!) cederam lugar ao vulgar e rasteiro trapo da celebração da ignorância hedonista burguesa. Até cantores pop-stars acabam, ainda que desbotados, entrando nesse festival (desta vez não mais nas alcovas monásticas, mas nas alcovas da never-land). No entanto, isso se tornou algo muito feio.
Mas se isso sempre ocorreu, devemos voltar a nos perguntar: por que somente agora teria se abatido sobre nossa sociedade um senso moral resoluto? Teria sido a internet que, com suas chances de anonimato, alimentaria esse senso de impunidade por parte dos aliciadores? Ou, ao contrário, tornaria mais fácil a identificação destas “aberrações da natureza”? Num mundo paradoxal, não me espantaria ser um misto das duas coisas. Mas ainda fica a indagação de todo o alarde feito pela mídia e também da comoção pública sobre isso.
A história pode nos brindar com alguns ensinamentos. No caso, uma boa recordação é quanto ao episódio das bruxas de Salem, uma cidade estadunidense que ficou famosa e imortalizada num belo filme com Wynona Raider e Daniel Day-Lewis. Nesta ocorrência, um grupo de jovens buscava se safar do castigo para seus atos imorais jogando a culpa em cidadãos inocentes da localidade. Um prato cheio para o Santo Ofício na sua forma puritana e para os jovens alimentados por uma histeria coletiva que via bruxas por trás de qualquer cidadão. Assim, esse episódio nos ensina que muitas vezes a melhor defesa é o ataque e que quando se quer esconder os próprios pecados, busca “cisco nos olhos alheios”.
Contudo, fomos longe demais nesta ilação. Os atos destes aliciadores de menores estão muito além de serem meros “ciscos” e de forma alguma são “inocentes” como os cidadãos de Salem. Bem que a psicologia evolutiva poderia até amenizar este delito e a filosofia poderia até fazer uma consideração ética sobre a responsabilidade ou não destes atos cruéis. Sabemos que algumas correntes deterministas dentro da filosofia — particularmente aquelas oriundas da doutrina do barão de Holbach — buscavam provar que todas as coisas são fruto de uma determinação causal e que esta causalidade priva completamente a possibilidade do livre-arbítrio. Ora, se não há livre-arbítrio, não há responsabilidade alguma. Afinal, neste caso, ninguém é intencionalmente culpado pelos seus atos. O problema da fundamentação moral está longe de ter se resolvido. Só teremos responsabilidade moral se nossas ações forem fruto de uma vontade livre, ou seja, se não formos determinados por causas inelutáveis exteriores ou mesmo interiores. E é muito difícil argumentar contra a existência destas determinações. Gostaríamos muito de ser livres, mas para isso teremos que provar que o homem nem é determinado pelo seu meio e nem pela sua natureza. Quanto a esta última, a natureza, se somos fruto dela e temos uma descendência direta da linhagem primata, não é de se estranhar que herdemos algumas características destes nossos primos. Neste campo ainda da psicologia evolutiva ter-se-ia que argumentar que o comportamento pedofílico propicia algum benefício seletivo, coisa muito difícil de ocorrer se o desejo por crianças e adolescentes se dirigir a indivíduos que não atingiram sua maturidade sexual. Explicando, que vantagem seletiva teria um indivíduo que se relaciona com outro incapaz de gerar descendentes? Se há um gene determinante para a pedofilia é bem difícil que ele tenha sobrevivido, uma vez que seu portador dirige sua atenção para indivíduos inférteis e, como tal, não lhe propiciam a reprodução de seu genótipo. Mas e quanto à homosexualidade? Não cairia na mesma “desgraça” evolucionária? Afinal, se há um gene para o homossexualismo, ele está fadado à impossibilidade de reprodução no tempo. Talvez então a causa destes comportamentos geneticamente suicidas esteja em outros fatores determinantes que nos escapam, mas que sejam igualmente limitadores da responsabilidade dos contraventores, como causas psicológicas oriundas da formação social e familiar.
Mas não levemos isso muito a sério. Do contrário, estaríamos derruindo todo um mundo de concepções jurídicas sobre a responsabilidade de cada ser humano dotado de faculdades racionais. O que importa, a fim de legitimidade, é continuar acreditando que o princípio racional de cada homem lhe fornece autonomia e discernimento para com seus atos. Só assim alguém poderá ser culpado por eles. Assim, se concordamos então, a fim de uma boa convivência social de que tais atrocidades devem ser punidas exemplarmente, por que o mesmo não é estimulado quando um sistema econômico visivelmente produz ainda mais atrocidades? Não importa se há ou não uma volição racional para tais atos. A maioria das pessoas de nossa sociedade condena estes atos individuais. A indignação da maioria acaba prevalecendo neste caso (eis o princípio jurídico incontestável). Mas se um pedófilo abusa de uma criança inocente, as relações capitalistas fundadas na propriedade privada dos meios de produção jogam, do mesmo modo, um número ainda muito maior de crianças inocentes nos braços de aliciadores. A prostituição infantil nas ruas das grandes cidades e — principalmente — cidades do nordeste é muito maior do que estes casos veiculados pela grande mídia para chamar a atenção para um problema individual. E esse é o fundamento da nossa questão. A caça às bruxas acontece hoje em dia porque busca-se desesperadamente encontrar o mal — que se aplaca sobre nós — nos casos individuais. Não se trata de sermos lenientes com estes crimes individuais, mas existe um criminoso que gera muito mais vítimas que jamais é denunciado com o mesmo empenho. Nós já nos acostumamos: a morte de um filhinho de papai na zona sul do Rio gera muito mais comoção do que as milhares de mortes nos hospitais públicos e na vida indigente de uma população favelada. E isso acontece tanto porque quem morreu não era “qualquer um” como também pelo fato de que o criminoso não era o Estado nem um sistema econômico. Quem mata um estudante de classe média é sempre um indivíduo, mas quem mata milhares de jovens e crianças diariamente em nosso país é um sistema econômico e seu suporte administrativo chamado Estado burguês. Daí que a mídia se farta com denúncias aos criminosos individuais, mas se “esquece” propositalmente do grande vilão de nossa sociedade. A atrocidade capitalista não ficou no passado. No início da industrialização mulheres e crianças de até 5 anos eram arrastadas para as fábricas a fim de servirem ao capitalista têxtil como mão de obra barata, mas também serviam com seus corpos aos gerenciadores e braços-direitos do patrão. Quando eram mandadas embora, mulheres e crianças já tinham aprendido nessa pedagogia de fábrica como usar seus atributos biológicos para angariarem alguns trocados.
Hoje em dia pouca coisa mudou, a não ser o fato de que o estágio da prostituição fabril já não é essencialmente necessário para a prostituição das ruas numa sociedade cujas taxas de desemprego são altíssimas. Agora, crianças vão direto para a prática das ruas, sem passar pelos feitores da burguesia. Possivelmente, deixaram com isso de serem iniciadas por estes feitores de fábrica para serem iniciadas diretamente pelos patrões. Infelizmente, ontem como hoje, em questões morais, a burguesia não tem moral para falar nada. Tanto moralismo em nossos telejornais, portanto, não é o que chama atenção. O que nos chama atenção é o fato de que este moralismo é hipócrita. O que nos chama a atenção é que a pedofilia é o próprio status quo capitalista. Assim, se é legítimo condenar no varejo tais atrocidades e criminosos, deve ser legítimo condenar também no atacado. Se a coletividade, em que pese as explicações para atos tão monstruosos, tem a legitimidade de encarcerar um aliciador de menores, esta mesma coletividade tem obrigação de encarcerar todos os outros e o sistema que abusa da massa da população. Se é legítima esta caça às bruxas (e bruxos, principalmente) que seja também legítimo a instalação de um novo tribunal coletivo para caçar nosso delinqüente atacadista.
Assim, se as alcovas monásticas cederam lugar aos gabinetes parlamentares, então nada mais justo que o tribunal judiciário burguês ceda lugar à ditadura do proletariado, para que o julgamento coletivo desta aberração social chamada capitalismo tenha seu lócus adequado e sua sentença de morte proferida em alto e bom som!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Explicação de Capitalismo com o uso da "vaca"

Contribuição do sempre bem humorado amigo Paulo Sevilhano. Eu não podia deixar de publicar aqui.
CAPITALISMO COMUM
Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico.
CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
CAPITALISMO BRITÂNICO
Você tem duas vacas.
As duas são loucas.
CAPITALISMO HOLANDÊS
Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
CAPITALISMO ALEMÃO
Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
CAPITALISMO SUÍÇO
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.
CAPITALISMO ESPANHOL
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
CAPITALISMO PORTUGUÊS
Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce...
CAPITALISMO HINDU
Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.
CAPITALISMO ARGENTINO
Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês.
As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.
CAPITALISMO BRASILEIRO
Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca.
Um fiscal vem e autua você, porque embora você tenha recolhido a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha
200 vacas.
Para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Gomes de Castro

Ainda vamos ouvir falar deste escritor. Seus ensaios, poesias e romances já estão no forno e estou torcendo para que obtenha sucessos.
Vamos conferir.
Frustração...
Tristeza
Traz melancolia,
Nos faz meditar:
Na vida,
No amor,
Na sorte,
Na morte,
Nos sonhos e ideais...
Nos lembra a criança
Sem lar,
Sem nome,
Com fome,
Sem esperança,
Sem ninguém a lhe amar...
Então, nos leva ao passado
Distante,
Errante,
Frustrante,
Dificil de crer
Que ficou na saudade,
O pouco de bom
Que não volta jamais...
sexta-feira, 3 de abril de 2009
CONTADOR DE VISITAS
Recebo, quase que diariamente, alguns e-mails de amigos que visitam o blog com sugestões, críticas e outras opiniões importantes. Contudo, nunca tive uma idéia exata da quantidade de pessoas que visitam o blog. Assim, em fase experimental, a partir deste dia 03 de abril, estou registrando os visitantes por um contador instalado no fim da página. Isto me dará uma noção mais próxima do real e que servirá como incentivo para a continuidade.
Conto com seu apoio na divulgação aos amigos.
Abraços.
Conto com seu apoio na divulgação aos amigos.
Abraços.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Todo mundo sabe, mas lembrar é sempre bom.

O Brasil é um país com área de 8,5 milhões de km2. Sua população em 2000 estava estimada na casa dos 170 milhões de habitantes. Como todo país capitalista, está dividido em duas classes típicas, a saber, capitalistas modernos e trabalhadores assalariados. Como se dizia no passado, burgueses e proletários.
Tem gente que não sabe como isso funciona. Ainda fica se perguntando a que classe pertence etc. e tal. Mas na verdade, quem não está numa das pontas, está sendo esmagado por ambas no que seria a “turma do meio”, que se tivesse que escolher um lado, melhor seria escolher o lado dos proletários pois “os do meio” também colaboram para o enriquecimento assombroso dos “burgueses”. Mas como eles conseguem enriquecer ainda mais enquanto outros ficam cada dia com menos dinheiro? Veja:
Há um esquema que distancia estas duas classes (burgueses e proletários) diariamente. Este esquema é conhecido por “mais valia”, descoberto por estudos realizados pelo filósofo Karl Marx.
A mais valia é calculada com base no seguinte processo:
Imagine um produto fabricado numa fábrica, que ao terminar é oferecido por 100%. Deste total, nós teríamos, por exemplo, 30% do valor deste produto utilizado para custear o que seria o “meio de produção”, composto pela matéria prima, energia utilizados e demais despesas da fábrica. Ainda, 10% do valor do produto seria destinado para custear a “força de trabalho”, ou o salário dos operários. Se ainda descontarmos impostos e outros custos que muito bem poderiam compor o “meio de produção”, não passaríamos de 10%. Assim, sobraria cerca de 50% ou mais do valor do produto, que é obtido, podemos dizer, sem divisão, ficando todinho para a fábrica, ou melhor, para os patrões (capitalistas modernos). Isto é chamado de “mais valia”.
Diariamente a mais valia distancia patrões de empregados. Mas olha, tudo isto é apenas ilustrativo. Há casos, aqui mesmo no Brasil, em que os meios de produção não passam de 20% e os salários mal chegam a 2% de um produto. Isso mesmo! Bastante pior, não é? E o que dizer dos especuladores? Aqueles cujo dinheiro só financia e não produz? Chega a dobrar ou triplicar em pouquíssimo espaço de tempo sem gerar empregos ou distribuição de renda. E de onde está saindo o dinheiro que aplicam?
Temos um capitalismo absurdo, que vive inescrupulosa e dependentemente quase que totalmente das políticas econômicas externas, principalmente dos Estados Unidos.
Nossa classe dominante é composta por membros da Grande Burguesia Brasileira (banqueiros, grandes industriais e donos de conglomerados da comunicação); grandes bancos e grupos empresariais estrangeiros estabelecidos aqui, latifundiários de toda sorte e pasme, membros do poder político que controlam o Estado para garantir o “status quo”.
Mas não vale ficar bravo. Quando falamos de grandes industriais, estamos falando daqueles que elaboram o esquema da mais valia e não do cara que tem uma serralheria no quintal. E quando falamos de latifundiários, estamos falando do 1% de proprietários de terra, que possui 47% da terra produzível do país.
Dá pra acreditar que isso ocorre hoje, em pleno Século Vinte e Um? E a crise? Qual o contexto que acabará deixando?
Estudar e criar debates é a função deste texto, que não tem intenção de brigar com ninguém, nem evidenciar a luta de classes, realidade inalienável do Capitalismo. Por isso sua opinião e participação é tão importante. Mande seus comentários e abramos as discussões. Sempre com muito respeito.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Informativo Importante
Peço aos amigos, visitantes e leitores do blog que divulguem o seminário abaixo. Tenho visitado os trabalhos organizados pela equipe do Brado e ficado muito feliz com os resultados apresentados.
São verdadeiros oásis de saber no meio do desértico e alienante dia-a-dia.
Já agradeço por antecipação.
SEMINÁRIO DE ESTUDOS CRÍTICOS SOBRE EDUCAÇÃO
De 20 a 23 de maio de 2009
Local: Auditório C - UNESP/Ibilce – São José do Rio Preto – SP
Rua Cristóvão Colombo, 2265 Jd. Nazareth – Fone (17) 3221- 2200
(Ônibus: Jardim do Lago saindo do terminal central)
Organização:
Centro Acadêmico de Pedagogia Wilson Cantoni
Jornal Brado Informativo
Grupo de Estudos Filosofia da Práxis
Índice:
A - Programação
B - Apresentação de Trabalhos Científicos
C - Inscrições
D - Hospedagem
A - Programação
Quarta, 20 de maio
Das 19h00 as 19h30
Atividade Cultural: Apresentando “Quinteto de cordas” Parte I
Das 19h30 às 20h00
Solenidade de abertura
- Representante do Ibilce
- Representante da Comissão Organizadora
Das 20h00 às 22h30
Conferência
“O materialismo histórico dialético como metodologia na educação”
Profº Ms. Jean P. Pereira Menezes - UFGD/MS
Coordenação da mesa: Rodrigo Maia
Quinta, 21 de maio
Das 8h15 ás 9h10
Apresentação Cultural: Exibição do documentário Grandes Cientistas Brasileiros “Cesar Lattes e José Leite Lopes”
Das 9h10 às 12h00
Mesa Redonda
“Filosofia, Ciência e Educação: do senso comum a visão crítica”
Debatedores:
Profº Dr. Marcos Serzedello - UNESP Rio Preto
Profº Dr. Edilson Moreira de Oliveira - UNESP Rio Preto
Coordenação da mesa: Mariana Côrrea
Das 14h00 ás 17h30
Mini Curso:
“As possibilidades de uma educação que supere a lógica do capital nos dias atuais”
Prof. Edmar Gonçalves - Coopec Rio Preto
Das 19h00 às 20h30
Apresentação Cultural: (a confirmar)
Conferência: “A importância da organização dos trabalhadores e o papel do educador nessa organização”
Profº Antonio Fernandes Neto, Diretor do ILAESE - Instituto Latino Americano de Estudos Sócio Econômicos
Prof. Ricardo Festi, ETECAP - Escola Técnica Estadual Conselheiro Antônio Prado, Campinas, mestrando em Sociologia na Unicamp
Coordenação da mesa: Antonio Quiozini
Sexta, 22 de maio
Das 8h15 às 9h10
Atividade Cultural: Apresentando o Documentário “Ventre Livre”
Das 9h00 ás 12h00
Mesa Redonda:
“O Papel da Mulher na Educação no Século XXI”
Debatedoras:
Profª Dr. Onilda Alves - FAF Frutal/MG
Profª Dr. Andréia Militão - Unilago Rio Preto
Coordenação da mesa: Jéssica de Oliveira
Das 14h00 às 17h30
Seção de Comunicação de Trabalhos Científicos
Eixos temáticos:
- Materialismo Histórico Dialético como Metodologia na Educação;
- Geopolítica Globalização e Educação;
- Educação, Política e Superação do Capital;
- Filosofia, Ciência e Educação;
- Leis da Educação e a Organização Pedagógica dos Trabalhadores.
Das 19h30 ás 20h00
Apresentação Cultural: Apresentando “Quinteto de Cordas” Parte II
Das 20h00 ás 22h30
Conferência:
“Educação, Política e a Superação do Capital”
Profª Ms. Vanessa Batista Andrade – Unioeste Toledo/PR
Coordenação da mesa: Juliana Galhardi
Sábado, 23 de maio
Das 8h15 às 9h00
Exibição do Documentário “Encontro c/ Milton Santos”
Debatedores:
Profª Drª Samira Pedutti Kahil - Unesp Rio Claro
(outro palestrante a confirmar)
Coordenação da mesa: Jean Menezes
B – SOBRE A APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
Instruções para envio do Resumo:
Os resumos devem ser escritos em Português no programa Word do Windows.
Os resumos devem incluir título, autor (es), instituição e conteúdo.
O nome do autor deve estar sublinhado.
O conteúdo deve ter no mínimo 20 linhas e no máximo 25 linhas com fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, espaço simples, papel formato A4 (297mm de altura e 210mm de largura). Margens de 3 cm (direita, esquerda, acima e abaixo).
Os resumos devem ter apenas uma página, sem utilização de nenhum gráfico ou tabela.
O título deve vir em letra maiúscula e negrito, seguido do nome(s) do(s) autor (es) e da(s) Instituição(ões) a(s) qual(is) pertence(m). Deve constar também titulação do(s) autor(es).
O resumo deve estar abaixo do cabeçalho. Deve ser objetivo e conciso, oferecer informações essenciais em seus diferentes tópicos, de forma compreensível, devendo conter: introdução, objetivos, método, resultados e conclusão.
No rodapé da página, adicione nome e e-mail do autor que apresentará o trabalho. Caso o trabalho seja aprovado, essa informação será feita por e-mail num prazo de 48hr após o envio do trabalho.
Após a realização do evento e tendo a sua apresentação concretizada, estaremos enviando outro e-mail solicitando o envio do trabalho completo para possível publicação futura.
Serão aceitos no máximo 2 (dois) trabalhos por participante inscrito no Seminário, como autor principal. (Obs.: desde que não ocorra choque de horário com as apresentações)
DATA LIMITE PARA ENVIO DOS RESUMOS: 10 de maio de 2009
Enviar resumo na forma de arquivo (doc.) anexado para: educritica2009@yahoo.com.br
Critérios para Seleção:
Além dos requisitos de preparação dos resumos acima listados, o processo de avaliação seguirá as regras abaixo:
Pagamento da taxa de inscrição e envio dos dados;
O conteúdo deve apresentar coerência metodológica; deve haver encadeamento lógico entre introdução, justificativa, métodos, resultados e conclusões;
O resumo deve ser escrito de maneira clara, coerente e concisa;
O conteúdo do resumo deve ser relevante para o tema do Seminário e deve estar relacionado com os eixos temáticos:
- Materialismo Histórico Dialético como Metodologia na Educação;
- Geopolítica Globalização e Educação;
- Educação, Política e Superação do Capital;
- Filosofia, Ciência e Educação;
- Leis da Educação e a Organização Pedagógica dos Trabalhadores.
C- INSCRIÇÕES
Vagas: 250
Carga Horária: 40hr
Local de inscrição: Unesp/Ibilce campus São José do Rio Preto
Datas e horários de recebimento das inscrições:
De segunda a sexta das 17h00 às 19h30 no saguão principal e nos intervalos das aulas (manha, tarde e noite) nas proximidades da cantina do Bloco A.
Taxa de inscrição até dia 8 de maio de 2009
Graduando: R$15,00
Professor: R$20,00
Após essa data e até o primeiro dia do seminário os valores serão:
Graduando: R$20,00
Professor: R$25,00
Inscrição por email:
Mediante depósito bancário (dados da conta abaixo) referente a taxa de inscrição. Após realizado e enviar os dados ou o recibo escaneado juntamente como os dados pessoais (segue abaixo a relação dos dados que devem ser enviados) para o email oficial do evento.
Banco Itaú
Agência: 0045
Conta Poupança: 28.418-9
Marcos E. R. Alves
CPF 102.783.768-94
Dados que devem ser enviados:
Nome
RG
Data nascimento
Email
Fone
Endereço
Graduação
Instituição pertencente
Se pretende ou não apresentar trabalho
Havendo qualquer dúvida nos colocamos a disposição para esclarecê-las. Entre em contato: educritica2009@yahoo.com.br ou ainda pelos fones: (17) 3218-1868 ou (17) 9713-1587 c/ Marcos
Outras informações:
www.seminarioeducacaocritica.blogspot.com
"os filósofos apenas interpretaram o mundo de formas diferentes, o que importa é mudá-lo" Karl Marx
São verdadeiros oásis de saber no meio do desértico e alienante dia-a-dia.
Já agradeço por antecipação.
SEMINÁRIO DE ESTUDOS CRÍTICOS SOBRE EDUCAÇÃO
De 20 a 23 de maio de 2009
Local: Auditório C - UNESP/Ibilce – São José do Rio Preto – SP
Rua Cristóvão Colombo, 2265 Jd. Nazareth – Fone (17) 3221- 2200
(Ônibus: Jardim do Lago saindo do terminal central)
Organização:
Centro Acadêmico de Pedagogia Wilson Cantoni
Jornal Brado Informativo
Grupo de Estudos Filosofia da Práxis
Índice:
A - Programação
B - Apresentação de Trabalhos Científicos
C - Inscrições
D - Hospedagem
A - Programação
Quarta, 20 de maio
Das 19h00 as 19h30
Atividade Cultural: Apresentando “Quinteto de cordas” Parte I
Das 19h30 às 20h00
Solenidade de abertura
- Representante do Ibilce
- Representante da Comissão Organizadora
Das 20h00 às 22h30
Conferência
“O materialismo histórico dialético como metodologia na educação”
Profº Ms. Jean P. Pereira Menezes - UFGD/MS
Coordenação da mesa: Rodrigo Maia
Quinta, 21 de maio
Das 8h15 ás 9h10
Apresentação Cultural: Exibição do documentário Grandes Cientistas Brasileiros “Cesar Lattes e José Leite Lopes”
Das 9h10 às 12h00
Mesa Redonda
“Filosofia, Ciência e Educação: do senso comum a visão crítica”
Debatedores:
Profº Dr. Marcos Serzedello - UNESP Rio Preto
Profº Dr. Edilson Moreira de Oliveira - UNESP Rio Preto
Coordenação da mesa: Mariana Côrrea
Das 14h00 ás 17h30
Mini Curso:
“As possibilidades de uma educação que supere a lógica do capital nos dias atuais”
Prof. Edmar Gonçalves - Coopec Rio Preto
Das 19h00 às 20h30
Apresentação Cultural: (a confirmar)
Conferência: “A importância da organização dos trabalhadores e o papel do educador nessa organização”
Profº Antonio Fernandes Neto, Diretor do ILAESE - Instituto Latino Americano de Estudos Sócio Econômicos
Prof. Ricardo Festi, ETECAP - Escola Técnica Estadual Conselheiro Antônio Prado, Campinas, mestrando em Sociologia na Unicamp
Coordenação da mesa: Antonio Quiozini
Sexta, 22 de maio
Das 8h15 às 9h10
Atividade Cultural: Apresentando o Documentário “Ventre Livre”
Das 9h00 ás 12h00
Mesa Redonda:
“O Papel da Mulher na Educação no Século XXI”
Debatedoras:
Profª Dr. Onilda Alves - FAF Frutal/MG
Profª Dr. Andréia Militão - Unilago Rio Preto
Coordenação da mesa: Jéssica de Oliveira
Das 14h00 às 17h30
Seção de Comunicação de Trabalhos Científicos
Eixos temáticos:
- Materialismo Histórico Dialético como Metodologia na Educação;
- Geopolítica Globalização e Educação;
- Educação, Política e Superação do Capital;
- Filosofia, Ciência e Educação;
- Leis da Educação e a Organização Pedagógica dos Trabalhadores.
Das 19h30 ás 20h00
Apresentação Cultural: Apresentando “Quinteto de Cordas” Parte II
Das 20h00 ás 22h30
Conferência:
“Educação, Política e a Superação do Capital”
Profª Ms. Vanessa Batista Andrade – Unioeste Toledo/PR
Coordenação da mesa: Juliana Galhardi
Sábado, 23 de maio
Das 8h15 às 9h00
Exibição do Documentário “Encontro c/ Milton Santos”
Debatedores:
Profª Drª Samira Pedutti Kahil - Unesp Rio Claro
(outro palestrante a confirmar)
Coordenação da mesa: Jean Menezes
B – SOBRE A APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
Instruções para envio do Resumo:
Os resumos devem ser escritos em Português no programa Word do Windows.
Os resumos devem incluir título, autor (es), instituição e conteúdo.
O nome do autor deve estar sublinhado.
O conteúdo deve ter no mínimo 20 linhas e no máximo 25 linhas com fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12, espaço simples, papel formato A4 (297mm de altura e 210mm de largura). Margens de 3 cm (direita, esquerda, acima e abaixo).
Os resumos devem ter apenas uma página, sem utilização de nenhum gráfico ou tabela.
O título deve vir em letra maiúscula e negrito, seguido do nome(s) do(s) autor (es) e da(s) Instituição(ões) a(s) qual(is) pertence(m). Deve constar também titulação do(s) autor(es).
O resumo deve estar abaixo do cabeçalho. Deve ser objetivo e conciso, oferecer informações essenciais em seus diferentes tópicos, de forma compreensível, devendo conter: introdução, objetivos, método, resultados e conclusão.
No rodapé da página, adicione nome e e-mail do autor que apresentará o trabalho. Caso o trabalho seja aprovado, essa informação será feita por e-mail num prazo de 48hr após o envio do trabalho.
Após a realização do evento e tendo a sua apresentação concretizada, estaremos enviando outro e-mail solicitando o envio do trabalho completo para possível publicação futura.
Serão aceitos no máximo 2 (dois) trabalhos por participante inscrito no Seminário, como autor principal. (Obs.: desde que não ocorra choque de horário com as apresentações)
DATA LIMITE PARA ENVIO DOS RESUMOS: 10 de maio de 2009
Enviar resumo na forma de arquivo (doc.) anexado para: educritica2009@yahoo.com.br
Critérios para Seleção:
Além dos requisitos de preparação dos resumos acima listados, o processo de avaliação seguirá as regras abaixo:
Pagamento da taxa de inscrição e envio dos dados;
O conteúdo deve apresentar coerência metodológica; deve haver encadeamento lógico entre introdução, justificativa, métodos, resultados e conclusões;
O resumo deve ser escrito de maneira clara, coerente e concisa;
O conteúdo do resumo deve ser relevante para o tema do Seminário e deve estar relacionado com os eixos temáticos:
- Materialismo Histórico Dialético como Metodologia na Educação;
- Geopolítica Globalização e Educação;
- Educação, Política e Superação do Capital;
- Filosofia, Ciência e Educação;
- Leis da Educação e a Organização Pedagógica dos Trabalhadores.
C- INSCRIÇÕES
Vagas: 250
Carga Horária: 40hr
Local de inscrição: Unesp/Ibilce campus São José do Rio Preto
Datas e horários de recebimento das inscrições:
De segunda a sexta das 17h00 às 19h30 no saguão principal e nos intervalos das aulas (manha, tarde e noite) nas proximidades da cantina do Bloco A.
Taxa de inscrição até dia 8 de maio de 2009
Graduando: R$15,00
Professor: R$20,00
Após essa data e até o primeiro dia do seminário os valores serão:
Graduando: R$20,00
Professor: R$25,00
Inscrição por email:
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Banco Itaú
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Marcos E. R. Alves
CPF 102.783.768-94
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Data nascimento
Fone
Endereço
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Instituição pertencente
Se pretende ou não apresentar trabalho
Havendo qualquer dúvida nos colocamos a disposição para esclarecê-las. Entre em contato: educritica2009@yahoo.com.br ou ainda pelos fones: (17) 3218-1868 ou (17) 9713-1587 c/ Marcos
Outras informações:
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"os filósofos apenas interpretaram o mundo de formas diferentes, o que importa é mudá-lo" Karl Marx
sexta-feira, 20 de março de 2009
Pizzaria

Texto que mandei para o Diário no dia 18/03 - Coluna Leitores
Não é de hoje que nossa Câmara nos envergonha.
Quem acompanha as legislaturas já viu coisas de arrepiar os cabelos.
Votações acabarem em pizza nem surpreendem mais, infelizmente.
O que me leva a escrever hoje é o descaramento de alguns vereadores que ainda agridem a população presente no plenário, querem justificar o injustificado e se valem de “legalidades” ou “formalidades” quando são os primeiros a quebra-las, cada vez que têm um projetinho para amigos.
A quem não tem a “competência” de ser eleito e fazer parte do grupo, como eu, só resta a decepção, tristeza e vergonha.
Lamento pelos novatos que mal entraram e já estão conchavados com grupos que já conhecíamos de outros carnavais.
Ah e por favor, representantes da igreja, das comunidades “x” ou “y”, sem demagogia... Aí, cada um representa apenas a si mesmo e a seus interesses.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Site do Fim do Mundo
Teorias do Frango
Explicações muito legais que recebi em e-mail por conta da famosa questão:
“Por que o frango cruzou a estrada”?
• Professora Primária – Porque queria chegar ao outro lado da estrada.
• Criança – Porque sim, pronto e acabou.
• Polyana – Porque estava feliz.
• Platão – Porque buscava alcançar o bem.
• Aristóteles – Porque é da natureza dos frangos cruzarem a estrada.
• Nelson Rodrigues – Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.
• Marx – O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de frangos, capazes de cruzar a estrada.
• Moisés – Uma voz vinda do céu bradou ao frango: “Cruze a estrada”! O frango cruzou a estrada e todos se regozijaram.
• Amir Klink – Para ir onde nenhum frango jamais esteve.
• Martin Luther King – “Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos serão livres e iguais para cruzarem as estradas”.
• Maquiavel – A quem importa o por quê? Estabelecido o fim de cruzar a estrada, irrelevante se faz discutir os motivos.
• Freud – Insegurança sexual do frango.
• Darwin – Ao longo do tempo, os frangos têm sido selecionados, de forma que os atuais apresentam uma predisposição genética para cruzar estradas.
• Einstein - Se o frango cruzou a estrada ou se a estrada se moveu sob o frango é uma questão de ponto de vista.
• Hemingway – “To die, alone, in the rain”.
• FHC – Se atravessou a estrada não interessa. O que interessa é que com o Plano Real o povo passou a comer mais frango.
• Orwell – Para fugir da ditadura dos porcos.
• Maluf – Não tenho nada a ver com isso, pergunte ao Pitta.
• Nietzsche – Ele deseja superar sua condição de frango.
• Che – Hay que cruzar la carretera, pero sin perder la ternura jamás…
• Pascal – Quem pode saber? O coração do frango tem razões que a própria razão desconhece.
• Sócrates – Tudo o que sei é que nada sei.
• Uma Apresentadora de Televisão – Porque queria se juntar aos outros mamíferos.
• Caetano – O frango é lindo. Atravessou e atravessa a estrada, porque Narciso, filho de Aná, queria come-lo... ou não.
• Baiano – Filha... Vai ver aonde vai o frango que o moço aqui ta querendo saber.
Qual sua resposta?
“Por que o frango cruzou a estrada”?
• Professora Primária – Porque queria chegar ao outro lado da estrada.
• Criança – Porque sim, pronto e acabou.
• Polyana – Porque estava feliz.
• Platão – Porque buscava alcançar o bem.
• Aristóteles – Porque é da natureza dos frangos cruzarem a estrada.
• Nelson Rodrigues – Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.
• Marx – O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de frangos, capazes de cruzar a estrada.
• Moisés – Uma voz vinda do céu bradou ao frango: “Cruze a estrada”! O frango cruzou a estrada e todos se regozijaram.
• Amir Klink – Para ir onde nenhum frango jamais esteve.
• Martin Luther King – “Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos serão livres e iguais para cruzarem as estradas”.
• Maquiavel – A quem importa o por quê? Estabelecido o fim de cruzar a estrada, irrelevante se faz discutir os motivos.
• Freud – Insegurança sexual do frango.
• Darwin – Ao longo do tempo, os frangos têm sido selecionados, de forma que os atuais apresentam uma predisposição genética para cruzar estradas.
• Einstein - Se o frango cruzou a estrada ou se a estrada se moveu sob o frango é uma questão de ponto de vista.
• Hemingway – “To die, alone, in the rain”.
• FHC – Se atravessou a estrada não interessa. O que interessa é que com o Plano Real o povo passou a comer mais frango.
• Orwell – Para fugir da ditadura dos porcos.
• Maluf – Não tenho nada a ver com isso, pergunte ao Pitta.
• Nietzsche – Ele deseja superar sua condição de frango.
• Che – Hay que cruzar la carretera, pero sin perder la ternura jamás…
• Pascal – Quem pode saber? O coração do frango tem razões que a própria razão desconhece.
• Sócrates – Tudo o que sei é que nada sei.
• Uma Apresentadora de Televisão – Porque queria se juntar aos outros mamíferos.
• Caetano – O frango é lindo. Atravessou e atravessa a estrada, porque Narciso, filho de Aná, queria come-lo... ou não.
• Baiano – Filha... Vai ver aonde vai o frango que o moço aqui ta querendo saber.
Qual sua resposta?
segunda-feira, 16 de março de 2009
18 de Março

O dia 18 de março carrega consigo uma grande importância para mim. Em 1314, em Borgonha, nascia Jacques De Molay, o último Grão Mestre da Ordem dos Templários. O que ele tem a ver comigo? Fui, na adolescência, membro da Ordem criada em sua memória, a Ordem DeMolay, patrocinada pela Maçonaria. Aprendi muitos de seus conceitos, como Fidelidade, Patriotismo, Respeito pelas Coisas Sagradas, Respeito aos Pais, entre outras coisas que ficam meio desprezadas naquela faixa de idade.
De Molay morreu na fogueira da Inquisição por não entregar seus companheiros à tirania de Felipe, o Belo, rei de França. Sua história é recheada de muita beleza.
Mas há uma coisa me marca ainda mais nesta data. Em 18 de março de 1983, perdi meu avô, o construtor português Antônio Antunes. Não sei o número, sei que passam de 200, as casas que construiu em Rio Preto. Inclusive um bairro inteiro que formou "Vila Progresso". O que ele tinha de mais especial, no entanto, era um profundo carinho com os netos e a paciência de contar inúmeras histórias sobre sua velha terra portuguesa.
A ambos, minhas homenagesn.
O fenômeno
Mensagens dos Amigos

Seguem algumas mensagens de amigos com ralação ao Blog:
Não sou Marxista porém, tenho que reconhecer a grande capacidade de antever os fatos e as tendências deste ilustre senhor. Concordam ou não comigo? Anuar Nagibe
Carlinhos, nós que ficamos bastante preocupados com a sua saúde, mas aos poucos vimos a sua recuperação, podemos sentir agora que o seu restabelecimento está quase 100%. Que bom, porque as suas opiniões corajosas e autênticas colaboram muito para a vigilância da atuação principalmente dos políticos, e encorajam outros a seguirem o seu exemplo de cidadão consciente de suas obrigações. Exercer a cidadania é um dever de todos nós!
Abraços do Zé Antonio.
Carlinho, estou esperando o seu retorno a ativa.
Suas opiniões são muito importantes e excelentes visões para discussões.
O seu mais rápido restabelecimento.
Moacir
A todos, meus agradecimentos.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Frase do Ano de 1867
terça-feira, 10 de março de 2009
Poema para Refletir

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
segunda-feira, 9 de março de 2009
De volta - Novidades - Dia da Mulher
Olá... depois de um longo e rigoroso inverno, em pleno verão, estou de volta com alguns comentários. Poucos na verdade, pois não tenho ainda condições de muita leitura, mas o suficiente para não deixar morrer esta mania de escrever a respeito de diversas coisas.
Reitero que estou melhorando a cada dia, graças ao auxilio, preces e amizades. Em breve, tudo será apenas uma lembrança.
Agradeço a preocupação e esforço de todos, em especial pais, irmão e mulher que tudo fizeram por minha recuperação.
As novidades não são muitas, mas são importantes. A discussão sobre a comissão de ética na Câmara Municipal movimenta nosso cenário político local e atual. Isso é bom e é claro que minha posição também é muito clara. Sou contra fantasmas, super a favor de investigações etc. Um viva aí para esse pessoal que nos representa dignamente não deixando as coisas esfriarem. Parabéns Marcão Rillo e Pedro Roberto pela sua atuação até agora. Contem comigo.
Outra novidade terrível é a tal da Pedofilia em Catanduva. Uma cidade tão próxima com essa grave "doença". Que tudo se esclareça e os pedófilos respondam conforme a Justiça. De preferência bem rápido. Não há sujeira tão grande quanto a violência contra crianças.
Mas tem novidades boas. A nomeação para Arcebispo do Rio de Janeiro e consequentemente Cardeal brasideiro de D. Orani Tempesta, um grande amigo que fizemos em Rio Preto quando de sua presença aqui como Bispo Diocesano. Um dos grandes responsáveis pelo Geapol ao lado dos padres Valdecyr e Jarbas.
Mas vamos parar por aqui pra não enroscar... Nossos parabéns a todas as mulheres do mundo, mas não pelo dia internacional (8 de março). Parabéns pela sua força, garra, coragem, determinação, resistência à dor, por terem sido tão exploradas, pela sua inteligência e tudo o mais que lhes é peculiar. Tenho muitas reservas com algumas conquistas que mais parecem presente de grego, mas enfim, conquistaram seu espaço e respeito merecidos.
Aguardo opiniões.
Fique com Deus.
Reitero que estou melhorando a cada dia, graças ao auxilio, preces e amizades. Em breve, tudo será apenas uma lembrança.
Agradeço a preocupação e esforço de todos, em especial pais, irmão e mulher que tudo fizeram por minha recuperação.
As novidades não são muitas, mas são importantes. A discussão sobre a comissão de ética na Câmara Municipal movimenta nosso cenário político local e atual. Isso é bom e é claro que minha posição também é muito clara. Sou contra fantasmas, super a favor de investigações etc. Um viva aí para esse pessoal que nos representa dignamente não deixando as coisas esfriarem. Parabéns Marcão Rillo e Pedro Roberto pela sua atuação até agora. Contem comigo.
Outra novidade terrível é a tal da Pedofilia em Catanduva. Uma cidade tão próxima com essa grave "doença". Que tudo se esclareça e os pedófilos respondam conforme a Justiça. De preferência bem rápido. Não há sujeira tão grande quanto a violência contra crianças.
Mas tem novidades boas. A nomeação para Arcebispo do Rio de Janeiro e consequentemente Cardeal brasideiro de D. Orani Tempesta, um grande amigo que fizemos em Rio Preto quando de sua presença aqui como Bispo Diocesano. Um dos grandes responsáveis pelo Geapol ao lado dos padres Valdecyr e Jarbas.
Mas vamos parar por aqui pra não enroscar... Nossos parabéns a todas as mulheres do mundo, mas não pelo dia internacional (8 de março). Parabéns pela sua força, garra, coragem, determinação, resistência à dor, por terem sido tão exploradas, pela sua inteligência e tudo o mais que lhes é peculiar. Tenho muitas reservas com algumas conquistas que mais parecem presente de grego, mas enfim, conquistaram seu espaço e respeito merecidos.
Aguardo opiniões.
Fique com Deus.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
AGRADECIMENTOS
Agradeço aos amigos, leitores, clientes, parentes e tantos outros, pelas manifestações de solidariedade e pronto restabelecimento pelo AVC que sofri no último dia 15 de janeiro.
Estou, aos poucos, reiniciando minha vida profissional e mesmo pessoal já que tenho que reaprender algumas coisas e posso adiantar que me foram de grande valia as visitas, telefonemas, e-mails e orações que recebi.
Assim, que Deus lhes retribua em infinitas proporções todo o bem que me desejaram.
Abraços.
Estou, aos poucos, reiniciando minha vida profissional e mesmo pessoal já que tenho que reaprender algumas coisas e posso adiantar que me foram de grande valia as visitas, telefonemas, e-mails e orações que recebi.
Assim, que Deus lhes retribua em infinitas proporções todo o bem que me desejaram.
Abraços.
O trabalhador e a crise do capital

Marcelo Gomes
Há alguns anos o noticiário anuncia taxas recordes de lucros privados por parte dos grandes bancos brasileiros. São bilhões de reais de lucro que são acumulados pelos principais acionistas e donos destas grandes instituições financeiras. O governo brasileiro assiste e permite esta atividade parasitária em nosso país. Enquanto isso, o pobre trabalhador recebe estas notícias como um ruído ambiente, ou seja, como mais um som imperceptível do cotidiano. O trabalhador pensa consigo mesmo que o mundo que vê à sua frente é um mundo natural. Os ricos ficam sempre mais ricos e os empresários e capitalistas enriquecem como num passe de mágica, tal como os cogumelos parecem brotar após uma noite de chuva. De sua parte, sabe que não importa qual seja a manchete de jornal ou assunto de botequim, tem ele de trabalhar duro no outro dia para continuar colocando comida à mesa. Como então explicar a ele que o mundo social em que vivemos não é natural? Como mostrar a ele que o banqueiro se enriquece às custas do sistema produtivo e de seus milhares de “clientes”? Ninguém pediu uma conta salário, mas agora o trabalhador é compelido coercivamente a utilizar os serviços de um banco e, pior, acaba sendo invariavelmente ludibriado e paga taxas e mais taxas para usar algo que não pediu. O dinheiro que ele deixa no banco ou na poupança rende-lhe 1% ao mês, mas o banco usa esse dinheiro para emprestar a outros por uma taxa muito maior. Eis um dos “passes de mágica” que promovem o enriquecimento.
Para o trabalhador a vida é algo imutável e as adversidades não são vistas como obras do próprio homem. Ele vê os eventos sociais tais como se fossem naturais. Vê o enriquecimento de um capitalista como um dom natural deste empresário para o enriquecimento, assim como vê o desemprego como uma falta de sorte. Vê a pobreza que “agarra” um vizinho como um infortúnio, tal como um temporal que se abate sobre uma cidade. Muitas vezes esta visão é ainda mais embaçada graças à sua religiosidade e, por isso, acaba fazendo uma leitura mistificada de seu cotidiano. Vê o desemprego e a pobreza arrastando milhares de trabalhadores e julga que isso deve ser alguma provação divina, alguma falta ou pecado que está sendo expiado por esta provação. Mas na sociedade humana não há provação divina. As crises da sociedade capitalista ou o desemprego causado pela ávida exploração do capital não são castigos dos deuses (dêem-lhes o nome que se queira). As aflições pelas quais passa a classe trabalhadora são produtos humanos, fruto de uma sociedade que insiste primitivamente em usar o trabalho coletivo como forma de enriquecimento individual. Isso é tão primitivo e arcaico quanto o sistema político da teocracia egípcia, mas ainda assim o homem insiste em se valer desta exploração anacrônica.
Agora estamos diante de mais uma crise do capital e o trabalhador deve entender de onde virão as aflições que em breve sentirá na carne. Devemos entender que o que ocorrerá nos próximos meses não tem nada a ver com castigo divino ou pragas do Egito. Esta crise não é de agora, mas possivelmente muitos ainda não se deram conta de que ela já se instalou. Os homens continuam com sua vidinha cotidiana tal como aprenderam desde a infância. No entanto, já há uma década o sistema capitalista prepara um desastroso fechamento para seu período de crescimento do pós-guerra. Este período “dourado” do capitalismo só parcialmente foi atacado na crise dos anos 70. Naquela época novas tecnologias surgiram para alavancar um novo período de exploração capitalista; o capitalismo promoveu a busca de mão de obra barata ao longo do mundo e criou a divisão internacional do trabalho, correndo atrás da oportunidade de extração da taxa de mais-valia mais alta possível; viu a implosão das economias do leste europeu e da União Soviética e ganhou novos mercados; mas ainda em meio a uma grande crise que dava sinais claros e inequívocos, usou um fantoche insipiente com o nome de George W. Bush para promover uma guerra contra os países do Oriente Médio, numa vã tentativa de tirar vantagens da indústria do petróleo e da “economia de guerra”.
Marx explicou em seu O Capital como só aparentemente o “dinheiro é capaz de fazer mais dinheiro”. O mercado financeiro vive da ilusão e da especulação. Credores emprestam para credores que emprestam para credores enquanto o dinheiro parece jorrar de uma manancial e o “preço do dinheiro” parece baixo... Contudo, chega a hora de verem que todos os empréstimos se basearam em um capital que não existia e que a inadimplência de um arrasta a inadimplência de outro. Mas como o trabalhador poderia entender isso? Nesse momento, os investidores que se aproveitavam do momento de euforia e otimismo tomam um “choque de realidade” e buscam desesperadamente vender suas ações a qualquer preço, a fim de minimizar uma perda já anunciada. Como algo que parece tão distante pode afetar o trabalhador? O estouro desta “boiada” de investidores cria um efeito em cascata e gera o caos no mercado financeiro. As empresas (reais) que tinham ações sendo fruto de especulação desta boiada acabam sofrendo com a desvalorização de seus papéis no mercado de ações. A empresa sofre diminuição de investimentos e lucros, mas quem perde é o trabalhador que dedicava seu tempo para enriquecê-la. Diminuição de produção, demissões, aumento do “preço do crédito” e, como num passe de mágica, a população compra menos e a economia se recente. Tudo isso num turbilhão criado por alguns especuladores do sistema de crédito que até então enriqueciam e apareciam nos noticiários com seus lucros recordes e bilionários... De fato, explicar este emaranhado e complexo sistema de interconexões econômico-financeiras é algo difícil. Mais difícil ainda talvez seja entender, mas o fato é que todos nós sentiremos os seus efeitos e pagaremos o preço destes porcos que buscam imoralmente o lucro privado. Na verdade, já estamos pagando por isso. Há algumas semanas vimos o anúncio de que os Estados do mundo inteiro já estão injetando bilhões de dólares para salvar a economia e o sistema financeiro. E isso quer simplesmente dizer que o dinheiro do país e, portanto, o nosso dinheiro, está escoando pelo ralo para salvaguardar os negócios da burguesia financeira. A coisa funciona mais ou menos assim nesse sistema que deram o nome de neoliberalismo: quando os negócios da burguesia vão bem quem ganha é somente a burguesia. Os lucros são privados e o Estado é visto como um diabo que deve se manter longe da economia. No entanto, quando os negócios não vão tão bem e geram prejuízos, quem paga é o Estado. No lucro, somente as empresas ganham, mas no prejuízo, todos nós somos obrigados a perder. E não é assim também na economia real ou produtiva? Quando a empresa vai bem só quem acumula e enriquece é o patrão, mas quando vai mal, a primeira coisa que o patrão faz é cortar na folha de pagamento, ou seja, demissão de trabalhadores.
Novamente a visão do trabalhador sobre isso é dizer: “sempre foi assim e sempre será!” Mas isso não é verdade. Se são os homens que produzem este sistema de exploração e decadência, então também são eles que podem destruir isso. Nossa grande opção para este momento de crise será: suportar mais estes tormentos como provações divinas e aguardar resignados os efeitos desastrosos sobre nossas famílias, ou então, se levantar como um só corpo coletivo que se recusa a continuar nas mãos de mercenários que mascateiam nossas vidas no espúrio jogo do lucro privado. Nós, trabalhadores, não devemos mais aceitar a miséria criada socialmente. Dizem que o governo dos trabalhadores não daria conta de gerir o futuro da humanidade, mas o que vemos é que os melhores economistas burgueses não são capazes de conter a anarquia da economia de mercado e que, portanto, o defeito não está no motorista, mas no próprio veículo. O capitalismo dará uma espetacular mostra de que é um sistema condenado pela história como o último modo de produção da pré-história humana. É hora, pois, dos trabalhadores unidos e dos comunistas colocarem a pedra sepulcral neste pernicioso e primitivo sistema de exploração. Disseram na década de 90 que chegamos ao fim da história e concordaremos com um simples acréscimo: chegamos ao fim da história do capitalismo. Esta crise atual pode não ser exatamente seu fim, mas com certeza indica que seu fim está bem próximo.
Marcelo Gomes é Mestre em Ciências Sociais pela UNESP e Doutorando em Sociologia pela UNICAMP
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A nova visão americana nas mãos de Obama - Religião
Preste muita atenção a este discurso e deixe seu comentário.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
SILÊNCIO

Diante das últimas matérias divulgadas, eu fico me perguntando:
a) Sobre o papel da imprensa: Há coisas que só foram descobertas agora ou o melhor era esperar para divulgar?
b) Sobre a posição do Ministério Público, da Igreja e Maçonaria, OAB e Partidos Políticos e principalmente da Câmara Municipal diante destas questões?
O livro publicado sobre os feitos da Administração que acabou;
O caso do funcionário fantasma do vereador que assumiu uma secretaria;
O trem caipira que custou R$ 1 milhão e está abandonado;
O ex-secretário que usou material e pessoal da prefeitura em obra particular.
Mas lembre-se... só fico me perguntando...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Secretaria de Governo de Rio Preto
Israel x Paz

Israel bombardeia escolas, casas de civis... há anos assistimos uma opressão, às vezes silenciosa, outras mais ruidosa, sempre garantida e protegida pelo grande e "pacificador" Tio Sam. Os grupos árabes que se defendem, do seu jeito, com sua carranca e violência, com sua cara de "lobo mau", nem de perto cometem os abusos que Israel vem fazendo os Palestinos sofrerem.
Educação Mutilada

A questão é controversa: Enquanto aluna tem a mão mutilada por professor em escola no Rio de Janeiro, professores, inspetores e serventes de escola são vítimas diárias de violência e desacato. Estresse e tensão nos profissionais da educação, superam em número e intensidade com relação a profissionais da saúde, tão expostos à desgraças e sofrimento. A rede pública estadual está bem? Até quando vamos assistir nossa sociedade desconstruir os futuros dirigentes, médicos e cidadãos de nosso país?
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Iniciando 2009 - Feliz Ano Novo!

Êta início de ano...
Primeiro – Israel começa o ano em “grande estilo”, promovendo derramamento de sangue e evitando ouvir o clamor das massas nas ruas em todo o planeta. E a querida Rio Preto vai ficar quieta ou a exemplo do que fizemos quando estávamos no GEAPOL e à presidência do PCB, vai organizar outro movimento do tipo passeata, discussão na OAB ou missa pela paz quando da invasão do Afeganistão e IRAQUE? Foi assim que naquele instante da história, nossa cidade iniciou um belo movimento pela paz para esclarecer as pessoas sobre os interesses escusos do Bush. Na OAB levamos um muçulmano, um chefe da Igreja Católica e um Rabino Judeu, mediados por um especialista em Oriente Médio. Em uma passeata pela paz, a comunidade árabe nos ajudou e debaixo de chuva, levamos nossa mensagem para as ruas. Por fim, uma celebração ecumênica em praça pública, fez a parte religiosa do movimento. Contamos sempre com a dedicada participação e apoio de D. Orani Tempesta, bispo diocesano.
Segundo – Será que se for aprovado o aumento de vereadores nas Câmaras Municipais os que chegarem no segundo momento vão aceitar a composição das mesas? Alguém pode me informar como isso funciona?
Terceiro – A Prefeitura está ficando linda... Pelo menos pelo lado de fora... O prédio que estava caindo aos pedaços, mandato após mandato está recebendo uma bela maquiagem. Pelo menos em questão de aparência, Edinho não perde para ninguém. Foi um mandato que cuidou das praças, prédios públicos e viaturas muito bem.
Quarto – Ainda a Prefeitura... As nomeações do Valdomiro, tirando alguns nomes que vão sofrer um bocado aos olhos atentos de cidadãos comprometidos, surpreenderam. Não é fácil mesmo agradar a Gregos e Troianos sem pisar na bola aqui e ali. De qualquer forma, boa sorte a todos e trabalho sério, porque senão a gente cobra.
Quinto – Estou feliz que minha amiga Mirna me retornou os e-mails. A participação de amigos sérios e da imprensa na leitura deste modesto espaço muito me interessa. Abraços agradecidos.
Peço aos amigos que divulguem este blog e coloquem aqui textos ou quaisquer outras coisas que queiram ver discutidas... Mando uma média de 500 a 600 e-mails por semana para que leiam e comentem as matérias aqui publicadas. Quem desejar encaminhar alguma discussão, envie para o nosso e-mail. Não há censura. Se não concordarmos com o teor da mesma, botamos em discussão aberta.
Abraços,obrigado pela atenção e um excelente início de ano para todos.
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