| Imagem - Folha de São Paulo |
Declarações recentes do senador (pré-candidato à presidência) caminham nessa direção. Ao tratar temas complexos como segurança pública e
combate ao narcotráfico com simplificações perigosas, flertando com a ideia de
dependência externa, o que se vê não é liderança, mas uma visão que reduz o
Brasil a uma posição de fragilidade e submissão.
Essa postura, frequentemente associada ao
alinhamento automático com figuras como Donald Trump, revela mais do que
afinidade ideológica. Expõe uma
concepção de política externa que abre mão da autonomia nacional em troca de
aplausos fáceis e apoio nas eleições.
O Brasil não pode aceitar discursos entreguistas
travestidos de solução. Combater o crime organizado exige inteligência,
investimento e políticas públicas estruturadas, não atalhos retóricos que
colocam em risco a soberania nacional.
Mais do que nunca, é preciso separar firmeza de
irresponsabilidade. Força de entreguismo.
Discurso de traição.
Defender o país não é se ajoelhar diante de
interesses externos, mas fortalecer nossas próprias instituições e nossa
capacidade de decidir nossos rumos.
Soberania não se terceiriza. E muito menos se
submete.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por contribuir com sua opinião. Nossos apontamentos só tem razão de existir se outros puderem participar.