segunda-feira, 30 de março de 2026

O "viralatismo" criminoso de quem quer ser presidente.

 

Imagem - Folha de São Paulo
Em tempos de instabilidade global e desafios internos profundos, o Brasil precisa de lideranças comprometidas com sua soberania e com os interesses do seu povo. Por isso, causam indignação discursos que soam como verdadeira postura de subserviência a potências estrangeiras, especialmente aos Estados Unidos, como se o país não tivesse capacidade de enfrentar seus próprios problemas.

Declarações recentes do senador (pré-candidato à presidência) caminham nessa direção. Ao tratar temas complexos como segurança pública e combate ao narcotráfico com simplificações perigosas, flertando com a ideia de dependência externa, o que se vê não é liderança, mas uma visão que reduz o Brasil a uma posição de fragilidade e submissão.

Essa postura, frequentemente associada ao alinhamento automático com figuras como Donald Trump, revela mais do que afinidade ideológica.  Expõe uma concepção de política externa que abre mão da autonomia nacional em troca de aplausos fáceis e apoio nas eleições.

O Brasil não pode aceitar discursos entreguistas travestidos de solução. Combater o crime organizado exige inteligência, investimento e políticas públicas estruturadas, não atalhos retóricos que colocam em risco a soberania nacional.

Mais do que nunca, é preciso separar firmeza de irresponsabilidade. Força de entreguismo.  Discurso de traição.

Defender o país não é se ajoelhar diante de interesses externos, mas fortalecer nossas próprias instituições e nossa capacidade de decidir nossos rumos.

Soberania não se terceiriza. E muito menos se submete.

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