segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

COMO FIZ PARA ABRIR A MENTE

 



Daniel Gouvêa Gomes
Estudante





Tudo que vem, um dia se vai.

A lembrarmos da pluralidade e mortalidade de nossas vidas nos acostumamos com a soberba existência material.  Vulgo, passamos a ver a vida como ela é não como será ou foi, por meio de escalas universais somos, poeira.

Dado o fato de sermos assim, podemos construir uma visão pobre e inerte, ou seja, intocável e imutável, para reconhecermos a vida, temos que passar pela morte, pois só há vida se existe a morte.

Temos passado, futuro e presente, só estamos vivos em um deles de verdade.  Passado é história.  Futuro é o que um dia foi presente e que virou passado.  Temos então a base “agora”.  Vamos à prática.

Todo meio de intervir é inútil, pois somos seres que não controlam tudo.  Pois bem, temos que entender que não somos tudo.  Ser nada é como viver bem por não termos que ser tudo.

Concluindo então, somos o que somos, mas não podemos mudar nossa natureza e vamos um dia deixar de estar nessa natureza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por contribuir com sua opinião. Nossos apontamentos só tem razão de existir se outros puderem participar.

COMO FIZ PARA ABRIR A MENTE

  Daniel Gouvêa Gomes Estudante Tudo que vem, um dia se vai. A lembrarmos da pluralidade e mortalidade de nossas vidas nos acostumamos com...