Tudo que vem, um dia se vai.
A lembrarmos
da pluralidade e mortalidade de nossas vidas nos acostumamos com a soberba
existência material. Vulgo, passamos a
ver a vida como ela é não como será ou foi, por meio de escalas universais
somos, poeira.
Dado o fato
de sermos assim, podemos construir uma visão pobre e inerte, ou seja, intocável
e imutável, para reconhecermos a vida, temos que passar pela morte, pois só há
vida se existe a morte.
Temos
passado, futuro e presente, só estamos vivos em um deles de verdade. Passado é história. Futuro é o que um dia foi presente e que virou
passado. Temos então a base “agora”. Vamos à prática.
Todo meio de
intervir é inútil, pois somos seres que não controlam tudo. Pois bem, temos que entender que não somos
tudo. Ser nada é como viver bem por não
termos que ser tudo.
Concluindo
então, somos o que somos, mas não podemos mudar nossa natureza e vamos um dia
deixar de estar nessa natureza.
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