Dia 18 de março de 1983, partia meu avô materno Antônio Antunes, construtor português que em Rio Preto fundou um bairro (Vila Progresso) e deixou mais de 200 edificações.
Convivi com ele apenas 15 anos de minha vida, que foram suficientes para admirá-lo e contaminarem meu ser com seus princípios.
Enterrado no dia de São José (patrono da cidade onde escolheu para fincar sua família), recebeu de Rio Preto a homenagem emprestando seu nome para logradouro público a partir de projeto do então vereador Carlos Feitosa.
Sua companheira, Lydia Pelozo Antunes, que nasceu no dia de São José, durante muitos anos tratou de consolidar em seus filhos e netos, os legados do querido genitor de minha mãe.
Sou feliz com a família que tenho. Também em março, mas dia 31, meu avô paterno, José Gomes de Castro completaria anos se não tivesse partido no dia do aniversário de seu filho (meu pai) em 24 de outubro de 1986. Carrego em meu caráter, ou pelo menos tento, muito do que recebi dele. Também nome de rua, na cidade de Nova Granada, foi casado com Dona Amor, minha avó que partiu desta vida em março de 1968.
Percebe-se assim que março é pra mim um mês de doces lembranças.
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Também me orgulho de participar desta história...
ResponderExcluirGrande abraço
Desculpa postar aqui, mas estou em viagem e sem o seu e-mail particular, preciso lhe escrever, entao peco que me escreva para eu poder lhe responder. Assunto Urgente.
ResponderExcluirSki