terça-feira, 27 de agosto de 2024

33 ANOS

Nesse mês de agosto estou completando 33 anos no exercício ininterrupto de minha profissão como Corretor de Seguros.

Em todo esse período fui também lojista, proprietário de escolas, palestrante, instrutor de cursos profissionalizantes, consultor de franquias e gestor de expansão e operações de redes.  Estudei 4 anos do curso de Direito, mas me formei em Administração Pública pela UFOP - Federal de Ouro Preto.  

Nunca, desde agosto de 1991, deixei de exercer diariamente a profissão para a qual me entreguei de corpo e alma e que aprendi com meu pai, Carlos Gomes, na sua Rio Preto Corretora de Seguros que ficava na rua Tiradentes, em frente à Bradesco Seguros.

O Corretor de Seguros, na sociedade moderna, desempenha um importante papel, a saber, o de intermediário essencial entre seguradoras e clientes finais.  Por que intermediar?  Simples.  Para que os clientes não paguem pelo que não precisam e não deixem lacunas, entre as coberturas que verdadeiramente os irão proteger. 

Ao disponibilizar seu conhecimento técnico, esse profissional analisa as necessidades específicas de cada cliente, chamado segurado, oferecendo a ele, soluções personalizadas e na medida certa que se alinham às realidades financeiras e situação de cada um.

Defensores dos direitos do consumidor, os corretores esclarecem cláusulas contratuais complexas e evitam surpresas desagradáveis no momento da sinistralidade ou ocorrência que exige a manifestação das companhias de seguros.  É assim que os corretores facilitam, auxiliam e se posicionam, colocando-se ao lado do cliente em primeiríssimo lugar, ao contrário de instituições bancárias, por exemplo, que negligenciam o apoio de quem mais precisa em nome de suas diretorias e financiadores.

Com um vasto leque de opções, eu por exemplo, opero em todos os ramos com apólices para automóveis, residências, empresas, frotas, eventos, exercício profissional, vida e saúde, viagens e outras modalidades.

Não por acaso, vivenciei coisas incríveis, como participar de indenizações salvadoras à famílias apavoradas pela perda do seu mantenedor, até a reconstrução de prédios ou galpões afetados por incêndios e outros reveses. 

Sem dúvidas contribuo, bem como meus colegas de profissão, à propagação da cultura de prevenção ao conscientizar a sociedade da importância do seguro como componente do planejamento financeiro e repositor de prejuízos inesperados.  Além disso, operamos mitigando o impacto de catástrofes que poderiam fazer sucumbir negócios inteiros pela falta dessa proteção.

Afirmo sem reservas que a atuação como Corretor de Seguros me permite contribuir para a valiosa estabilidade econômica e social de famílias inteiras ao fomentar a segurança e promover a garantia de atividades empresariais múltiplas.

O seguro, apesar de arrecadar um montante expressivo da sociedade, devolve boa parte desse valor à comunidade na forma de indenizações, exames, restituições, além de salários e comissões que movimentam a economia como um todo. E não é loucura dizer que, à medida que repõe danos a pessoas, desonera o Poder Público de algum desembolso ou custo operacional de caráter previdenciário ou socorro obrigatório.

Nunca deixarei de lembrar de cada um dos colegas corretores, bem como dos muitos parceiros das seguradoras que fizeram parte de minha história.  Todos, alguns já falecidos, foram fundamentais para eu me desenvolver como profissional e mesmo hoje, depois de vários erros e acertos, conservo gratidão e respeito profundo por cada uma e cada um.

Sou orgulhoso de meu trabalho e grato a meu pai que o deixou tão sólido em minha consciência.  Acima de todo o exposto, sei que os mais preciosos valores dessa atividade são a ética, a transparência e a qualidade do trabalho.


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